Setor industrial brasileiro avança impulsionado por São Paulo e Rio de Janeiro

A produção industrial brasileira registrou uma leve alta de 0,9% entre os meses de dezembro de 2019 e janeiro de 2020, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os dados foram publicados pelo instituto em novas notícias no dia 12 de março deste ano. O instituto aponta esse como um dos maiores crescimentos que ocorreram desde junho de 2018, logo após a greve dos caminhoneiros no mesmo ano, responsável por um grande impacto negativo no setor em todo o país.

O maior destaque neste mês no setor foi São Paulo, considerado o maior parque industrial do Brasil e um referencial para a saúde do setor no país. Na cidade de São Paulo, a indústria registrou uma alta de 2,3%, o que motivou o setor nacional. De acordo com Bernardo Almeida, grande parte deste bom resultado do setor industrial em São Paulo pode ser explicado pela baixa base de comparação com os outros polos de produção em todo o país.

“A indústria paulista sofreu com dois meses negativos consecutivos, o que surtiu no acumulado de baixa de 3,7%. Mas, o resultado do mês de janeiro de 2020 é o melhor desde o mês de agosto do ano passado, que foi de 3,2%. Devido a essa alta em janeiro deste ano, a indústria começa a respirar puxada pelo setor automobilístico, de equipamentos e máquinas, utilizados em metalurgia e na produção de veículos”, explica Bernardo.

Considerando a média geral do país, o setor industrial teve um avanço de 0,9% no mês de janeiro, também seguido por quedas consecutivas nos dois meses anteriores. Para o retrospecto geral, esse é o melhor resultado desde janeiro de 2017, porém, o setor ainda vem acumulando queda de 1% ao longo dos últimos 12 meses.

Rio de Janeiro vem depois de São Paulo como um dos maiores influenciadores para a alta do setor industrial brasileiro em janeiro deste ano. De acordo com o IBGE, o impacto da produção fluminense foi bastante positivo, alcançando a casa de 3,9% na cidade, influenciada fortemente pelo setor automobilístico e derivados de petróleo.

O futuro do UX: interfaces invisíveis

Uma boa experiência do usuário não significa necessariamente um mar de aplicativos e gadgets. Às vezes, é melhor ficar sem uma interface – pelo menos sem uma interface no sentido usual. Um bom design é óbvio. Um ótimo design é transparente e gera economia.

A interface invisível ou oculta é frequentemente chamada de “nula” e agora é um dos tópicos mais discutidos na comunidade de design. Não é por acaso: quanto mais dispositivos aparecerem à nossa volta, menos práticas serão as interfaces tradicionais.

Pulseira – Mas não apenas os novos gadgets se beneficiam de interfaces invisíveis: os produtos tradicionais com telas também podem aprender muito. Por que a invisibilidade está ganhando força e como pode ajudar – ou impedir – a construção de um bom UX?

É difícil imaginar como é fácil se acostumar com o que você realmente não vê, mas para o usuário uma interação tão simplificada com o produto é realmente conveniente. As interfaces, cujo objetivo é reduzir ao mínimo o número de ações, buscam o que todo lutador UX deseja: uma experiência agradável e discreta que resolve problemas do usuário.

Sem dúvida, um mundo sem telas – parece interessante. Mas e todos os aplicativos, sites e outros produtos para os quais a tela é um elemento vital do dispositivo? Sim, é possível que em algum lugar as interfaces nos forcem a fazer movimentos extras do corpo, mas de alguma forma elas estão integradas à maioria das tecnologias que usamos – e em um futuro próximo é improvável que elas cheguem a qualquer lugar.

Mas, mesmo que um produto precise de uma interface, isso não significa que você não deve tentar torná-lo o mais invisível possível. Muitas interfaces foram projetadas para orientar os usuários à medida que exploram o produto. Mas se o objetivo da interface é se adaptar à pessoa e antecipar suas necessidades, isso elimina a necessidade de usar segmentos inteiros da interface e até a própria interface.

O conceito de uma interface invisível não é apenas uma moda passageira dos designers de UX; essa é realmente uma nova maneira de pensar sobre a interface que vai além da tela.

Além de pedido de desculpas, Empiricus apresenta evolução de seu compliance

Passados seis meses da polêmica envolvendo Bettina, marca desenvolve uma nova campanha, mas desta vez com pedido de desculpas e apresentação de departamento de compliance. Entenda!

Bettina ficou famosa nas redes sociais no início de 2019 após protagonizar um anúncio da Empiricus. Uma versão reduzida do vídeo viralizou e nela a copywriter diz ter feito um investimento de mil reais se transformar em um patrimônio superior a um milhão em apenas 3 anos com os relatórios da empresa.

Os órgãos de defesa do consumidor logo agiram, como o Procon que aplicou uma multa na empresa por conta do exagero. O Conar pediu que o vídeo fosse suspenso (além de outros cinco da marca) e a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) se valeu da polêmica para divulgar uma série de orientações acerca da publicidade envolvendo os players de análise financeira.

Em uma nova campanha, a Empiricus pediu desculpas pelo ocorrido. No vídeo divulgado na internet, Bettina volta à cena para se desculpar pelo relacionamento com o público ter começado da maneira incorreta. Segundo ela, foi passada a mensagem distorcida que despertou a ganância de algumas pessoas de que a evolução de seu patrimônio ocorreu rápida ou facilmente.

A copywriter ressalta que ainda que tenha feito mil reais se transformar em um milhão de reais, não foi um só investimento o responsável por esse crescimento, algo que ela disse mais uma vez naquela campanha, mas que era preciso ter ficado mais claro, principalmente na versão curta do anúncio.

Bettina também afirma que não ganhou nada com a exposição e nem mesmo a Empiricus lucrou, visto que a campanha tinha o intuito de divulgar um curso gratuito. No curso, o usuário poderia entender sobre o mercado de capitais, o que é investimento de risco, investimento conservador, entre outros temas, assim poderia se posicionar frente ao mercado.

Apresentação de compliance

Mais importante do que o pedido de desculpas foi a mudança de postura da Empiricus. Além de aumentar a rigidez nos processos internos e o controle das comunicações externas, a empresa trouxe profissionais ainda mais técnicos para compor sua equipe de pesquisa financeira.

A intenção foi desenvolver o departamento de compliance, responsável por tornar processos, publicidade e demais pontos adequados a legislação vigente. Atualmente nenhuma companhia que atua no mercado editorial de investimento possui um compliance tão desenvolvido.

Outro ponto foi a aproximação com as entidades reguladoras, principalmente a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), com quem teve rusgas no passado. Antes o posicionamento da empresa era de que a entidade não poderia fiscalizar suas atividades, visto que não é uma casa de análise e sim um veículo de comunicação.

Agora, a intenção da empresa é de manter o diálogo com a CVM e atender suas orientações. Entre elas a criação de alertas de risco na publicidade, o que já está sendo praticado em 100% das comunicações da Empiricus e que se mostra uma referência para as empresas que atuam no mesmo segmento.

Pesquisa aponta que 11% dos brasileiros caíram em investimentos fraudulentos

Segundo uma pesquisa publicada no dia 4 de dezembro de 2019, 11% dos brasileiros já tiveram alguma perda de dinheiro em investimentos fraudulentos. De acordo com os dados publicados, 62% dessas pessoas (mais da metade) não conseguiram recuperar o dinheiro perdido com as aplicações.

A pesquisa revelou que o golpe mais comum entre os brasileiros enganados é o esquema de pirâmide financeira. Esse golpe foi citado por pelo menos 55% dos consumidores que alegaram ter perdido dinheiro com investimentos fraudulentos.

Os dados foram levantados pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) junto ao SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e ao Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

Entre as fraudes mais comuns os consumidores também relataram ter caído no golpe de seguradora, onde o investidor recebe supostamente uma quantia após pagar taxas e outras despesas. Dentre o total de brasileiros que perderam dinheiro com investimentos fraudulentos, 19% cairam em golpes de seguradora.

Há ainda outros 16% que caíram em golpe de ações e de fundos de aposentadoria antigos e completamente esquecidos. Nestes golpes, os consumidores precisavam pagar taxas e outras despesas antecipadamente.

Esses golpes são tão comuns que cada vez mais pessoas aparecem em notícias como vítimas. A promessa de dinheiro fácil e rápido é o que mais leva essas pessoas aos golpes financeiros. De acordo com José Cesar da Costa, que é presidente da CNDL, há vários motivos para que as pessoas caiam em golpes, entre eles estão: excesso de confiança, ingenuidade, ganância e negligência em checar as informações do investimento.

“Falsos fundos, pirâmides financeiras e outras fraudes envolvendo investimentos são oferecidos com a promessa de ter altos ganhos em pouco tempo. Esses ganhos são sempre acima da média de muitos investimentos tidos como tradicionais. Então esses são os principais alertas para não cair em golpes: desconfie de investimentos com promessas duvidosas e ganhos além do real”, explica José Cesar da Costa. Entre os motivos que levam as pessoas a cair em golpes a “promessa de rendimento alto” foi a mais relatada pelas pessoas entrevistadas na pesquisa. Em seguida apareceram os motivos “não precisar entender de investimento para investir” e “garantia de risco baixo”.

Estudo aponta que plantas emitem sons ao passar por situações de estresse

De acordo com um novo estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, as plantas, assim como a maioria dos seres vivos, emitem sons ao passar por situações de grande estresse, como serem cortadas ou ficar sem água.

O estudo desenvolvido por Itzhak Khait e outros cientistas, apontou que os sons detectados podem ser comparados a “gritos” em uma sequência ultrassônica. Para chegar a esse resultado, os pesquisadores infringiram situações de estresse em tomateiros e pés de tabaco, como corte dos galhos e a falta de rega.

Segundo as notícias divulgadas pelos cientistas, os sons produzidos pelas plantas não podem ser ouvidos por seres humanos, já que eles estão em uma frequência muito alta. Os cientistas ainda consideraram sobre o estudo: “Isso muda completamente várias coisas que pensávamos sobre o reino vegetal, principalmente que ele era quase silencioso”, informaram os autores do estudo.

Essa não é a primeira vez que o estresse das plantas pode ser notado em estudos. Outras pesquisas apontaram que o odor, formato e até mesmo a cor das plantas tende a mudar dependendo das condições do estresse. No entanto, essa é a primeira vez que eles identificam que as plantas emitem sons quando estão em situações de estresse.

O estudo contou com a utilização de câmaras acústicas em um tipo de estufa, onde foram posicionados microfones para captar frequências ultrassônicas, que estão entre 20 e 150 kHz. Feito isso, os pesquisadores deixaram as plantas sem receber água e realizaram cortes em seus galhos. Outro grupo de plantas foi mantido em condições consideradas normais.

Os resultados mostraram que as plantas cortadas e que ficaram sem água apresentaram muitos sons ultrassônicos, em comparação com o outro grupo. De acordo com o estudo, os tomateiros emitiram 25 sinais ultrassônicos a cada hora após ter seu caule cortado. Os sinais aumentaram para 35 ao ficarem sem água. Já os pés de tabaco apresentaram 15 sinais por hora ao ter seu caule aparado e 11 sinais quando ficaram sem rega. O estudo ainda identificou que insetos e muitos mamíferos podem ouvir os sinais ultrassônicos emitidos pelas plantas em uma distância de até 5 metros. O que por sua vez será estudado pelos pesquisadores para identificar os padrões desses animais em relação aos sons emitidos pelas plantas.

Estudo aponta que um quarto dos jovens está viciado em celulares

Não é de hoje que o uso de celulares é estudado por cientistas do mundo inteiro. Dessa vez, as vítimas avaliadas foram os jovens que foram considerados viciados nos dispositivos. De acordo com um estudo realizado pelo King’s College de Londres, 1 a cada 4 jovens do mundo inteiro está viciado em celular. A dependência desses jovens é tão grande que já é considerada um vício.

Segundo os dados divulgados pelo estudo, o vício é identificado quando esses jovens se sentem “chateados” ou “em pânico” por ficar sem acesso aos aparelhos. O estudo também apontou que esses jovens não conseguem controlar o tempo gasto com esses aparelhos. Os pesquisadores concluíram por meio do estudo que o vício em celulares é algo muito sério e que pode estar contribuindo para problemas de saúde mental.

Publicado pela BMC Psychiatry e por outras fontes de notícias, o estudo trata-se de uma revisão de outros 41 estudos sobre o assunto. No total, foram 42 mil jovens envolvidos na revisão do estudo que teve como principal métrica o “uso problemático de smartphones”.

Dentre os dados analisados, os pesquisadores informaram que 23% dos jovens estudados apresentaram comportamento classificado como vício. Essa classificação foi feita devida a grande ansiedade para usar o celular, por não saber moderar o tempo enquanto usa o celular, por passar muito tempo utilizando o dispositivo e até mesmo por deixar outras atividades de lado devida a utilização do celular.

O comportamento viciante estudado pelos pesquisadores ainda apresentou outros problemas, tais como falta de sono, tristeza, péssimo desempenho escolar e estresse. “Ainda não sabemos se são os celulares que são viciantes ou se são os aplicativos utilizados nesses dispositivos”, explica um dos autores do estudo Nicola Kalk.

O pesquisador e integrante do “Instituto de Psiquiatria, Psicologia e Neurociência” do King’s College ainda considerou sobre o estudo: “Mesmo sem sabermos o real motivo que leva ao vício em celulares, é preciso conscientizar a população sobre o uso desses dispositivos por crianças e jovens. Os pais precisam estar cientes sobre o tempo gasto por seus filhos nos celulares”.

Preço do boi gordo reduz 5,14% no início de dezembro após máxima histórica

Após máximas históricas, arroba do boi gordo apresentou redução de 5,14% no preço nos primeiros dias do mês de dezembro. De acordo com dados da Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP), as cotações para a arroba do boi gordo foram pressionadas fortemente pelos consumidores que passaram a procurar por opções de carne com melhor preço entre o final de novembro e início de dezembro.

Já no mercado físico de São Paulo, o recuo apresentado foi de 3,67%, sendo comercializado a R$ 219,45 a arroba do boi gordo (que é equivalente a 15 kg). Os dados são do indicador Esalq/B3 que pertence ao Cepea e foram divulgados em várias notícias sobre o assunto.

No dia 2 de dezembro deste ano, o preço apresentou uma queda de 1,53%, sendo a primeira queda após o preço máximo registrado em 29 de novembro, onde o boi gordo foi comercializado por R$ 231,35. Já no acumulado do mês passado, os dados apontaram uma alta de 35,5% em novembro.

Na opinião do analista e especialista Thiago de Carvalho do Cepea, é necessário olhar para o consumidor interno quando há uma alta tão brusca como a de novembro. “Quando o boi gordo e as demais carnes têm uma alta nos preços muito brusca, é preciso olhar para a outra ponta, que é o consumidor. Os preços assustaram os consumidores, por isso, é natural que eles escolham proteínas mais baratas. Então é preciso considerar que há o efeito demanda e renda que devem ser pesados na balança”, explica Thiago de Carvalho.

O analista ainda considerou que a economia está melhorando e junto a primeira parcela do 13º salário, esse seria um cenário perfeito para aumento do consumo, se não fosse pelo aumento do preço do boi gordo. “O preço cotado na arroba do boi reduz a margem de lucro dos frigoríficos e do varejo. No entanto, para as carnes de classe A e B essa margem continua, já nas carnes de classe C e D é preciso aumentar o preço para ter mais lucro. Isso tem sido feito com coxão mole e peças mais ‘baratas’, retiradas do cardápio de vários restaurantes”, explica Thiago de Carvalho.

Empiricus cria alertas de risco após case Bettina

Após episódio envolvendo Bettina Rudolph, Empiricus lança alertas em sua publicidade e relatórios. São mensagens que informam sobre os riscos das transações, informando que os rendimentos passados não são garantias de lucros no futuro.

Você deve ter conhecido a Bettina em março de 2019 quando ela protagonizou um infomercial de pouco mais de um minuto em que afirmava ter acumulado mais de um milhão a partir de um investimento inicial de mil reais. Na época, ela afirmou ter obtido a quantia em três anos, levando em consideração somente os conselhos estratégicos da marca.

O vídeo viralizou rapidamente na internet, mas ao contrário do que pretendia, a campanha trouxe alguns pontos negativos para a Empiricus: o Conar pediu a retirada do anúncio (e de outros cinco da marca), o Procon aplicou uma multa e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aproveitou a situação para elaborar regras específicas para as entidades que atuam como analistas financeiras.

Seis meses depois Bettina volta a protagonizar um novo comercial, mas desta vez pedindo desculpas pela relação com o público ter iniciado da forma errada. Na produção, a copywriter afirma ter errado em não ter deixado claro na versão curta do vídeo que foram feitos outros aportes no decorrer dos três anos. Algo que ela já tinha informado em mais de uma ocasião.

Também afirma que nem ela, nem a Empiricus ganharam um real com o primeiro anúncio, visto que seu objetivo era o de oferecer um curso grátis online sobre investimentos.

Compliance e alertas de risco

O pedido de retratação só foi feito depois de seis meses porque a empresa não estava preparada para isso. Nesse período houve uma grande evolução em seus processos internos e comunicações para que pudessem desenvolver um departamento de compliance que realmente atendesse às normas dos reguladores.

O compliance, segundo a Empiricus, é o departamento com a responsabilidade de adequar as ações da marca com a legislação vigente, normas e demais regras, tornando assim seu negócio totalmente legal. Nesse sentido, o principal ponto adotado foi a criação de alertas de risco em toda sua publicidade e relatórios.

Os alertas têm o intuito de informar ao público que os ganhos passados não garantem retornos futuros. Com isso, a empresa demonstra alinhamento com as entidades reguladoras, em especial a CVM, com quem não tinha uma relação harmoniosa. A empresa afirmava que a entidade não tinha poder de regulação sobre ela, visto que atua no mercado editorial e não como casa de análise.

Agora, a Empiricus não só é uma referência para os demais players que atuam no mesmo segmento, como também possui um departamento de compliance bastante evoluído. Tudo para que seus 360 mil assinantes tenham total tranquilidade para seguir seus relatórios, produzidos por uma equipe de mais de 300 colaboradores.

São mais de 10 anos de experiência no mercado editorial, tornando a equipe a mais capacitada em pesquisa sobre investimentos do país.

FLAMENGO – TIME BRASILEIRO A SER BATIDO NA ATUALIDADE?

Estamos na reta final de 2019, mas as notícias do mundo do futebol não param. Na próxima semana, o Flamengo irá disputar o Mundial Interclubes, como atual campeão da Copa Libertadores da América.

Inclusive, a equipe rubro negra, liderada pelo técnido português Jorge Jesus, também se consagrou neste ano de 2019 campeã estadual e campeã nacional, com algumas rodadas de antecedência, deixando para trás rivais como Palmeiras e Santos, com pontuações muito distantes do time carioca, que terminou a competição com 90 pontos, pontuação recorde desde o início do sistema de pontos corridos.

Não só pelos títulos conquistados, mas também pelos resultados alcançados em jogos, o Flamengo tem sido considerado por comentaristas e especialistas esportivos como a melhor equipe brasileira em anos, comparando o Flamengo com, por exemplo, o Corinthians de 2012, campeão da Copa Libertadores e do Mundial Interclubes naquele ano, sob o comando do atual técnico da seleção brasileira, Tite.

Porém, para conquistar o tão almejado bicampeonato mundial, o time carioca terá pela frente a equipe inglesa do Liverpool, equipe com a qual o Flamengo disputou a final o mundial de 1981, quando o rubro negro conquistou o primeiro e único título mundial. Na época, o Flamengo contava com jogadores como Zico.

Atualmente, o Flamengo conta com o artilheiro Gabriel, conhecido como Gabigol, tendo marcado em quase todos os jogos disputados desde a sua contratação para a temporada de 2019, com incríveis números no ranking de goleadores das competições que disputou. Só resta saber se o Flamengo conseguirá conquistar o quarto título do ano, já tendo conquistado a tríplice coroa, com a Copa Libertadores, o Campeonato Carioca e o Campeonato Brasileiro. Não será nada fácil, tanto pelos adversários que irá enfrentar quanto pelo peso da competição, que há anos não é conquistada por um clube brasileiro. Sem dúvida, os torcedores rubro negros irão comparecer em massa no estádio para jogar junto com a equipe.

Z-marketing ou Como alcançar uma nova geração?

Longe vão os dias em que foi possível culpar a geração do milênio por todos os seus problemas, porque hoje uma nova geração de consumidores está entrando no mercado e todos que não são preguiçosos lançam olhares de desaprovação – geração Z.

Eles são jovens, impacientes, excessivamente caprichosos e, como qualquer nova geração, estão envoltos em uma auréola de mistério que assombra a geração mais velha.

Eles ainda precisam entendê-los, mas não se pode negar que eles são o futuro da humanidade e, do ponto de vista dos negócios, um importante público-alvo. Estima-se que até 2029, o número de Gen-Z seja de cerca de 32% da população mundial, o que excederá o número de millennials.

Obviamente, adaptar as estratégias de marketing de conteúdo aos recursos da nova geração de consumidores nos permite aumentar a base de clientes da empresa em milhões de pessoas e, portanto, não surpreende que a maioria dos profissionais de marketing esteja envolvida nesse tipo de trabalho atualmente.

Mas como uma empresa pode chamar a atenção da geração Z? Eles parecem tão distantes e incompreensíveis que parecem impossíveis. Tudo o que foi mencionado anteriormente sobre sua inconsistência os torna clientes extremamente difíceis.

O público-alvo Z não é uma tarefa para os fracos. É extremamente difícil manter a atenção deles por um longo tempo, eles não podem ser chamados de leais às marcas, porque podem facilmente mudar para outra proposta mais interessante assim que a oportunidade se apresentar.

No entanto, ninguém duvida que eles sejam um público-alvo importante. A força deles está em números e, se você os atrair para o seu lado, fique rico.

Então, como é possível manter a atenção de uma geração tão dinâmica por tanto tempo que eles ouvem e aceitam sua mensagem, e o que você pode fazer para fazê-los querer investir seu tempo e dinheiro em seu produto ou serviço?

Esteja onde eles estão – É melhor estabelecer contato com esse grupo demográfico por meio de plataformas online, especialmente aquelas acessíveis principalmente ou totalmente apenas em dispositivos móveis. Não é segredo que a Gen-Z está diretamente obcecada por dispositivos móveis. Mas devo dizer que isso é verdade não apenas para eles. Sim, sites de redes sociais igualmente acessíveis a partir de dispositivos móveis e de mesa recebem mais tráfego móvel, mas não apenas os menores de 21 anos, mas todos os outros acessam via smartphones.