O futuro do UX: interfaces invisíveis

Uma boa experiência do usuário não significa necessariamente um mar de aplicativos e gadgets. Às vezes, é melhor ficar sem uma interface – pelo menos sem uma interface no sentido usual. Um bom design é óbvio. Um ótimo design é transparente e gera economia.

A interface invisível ou oculta é frequentemente chamada de “nula” e agora é um dos tópicos mais discutidos na comunidade de design. Não é por acaso: quanto mais dispositivos aparecerem à nossa volta, menos práticas serão as interfaces tradicionais.

Pulseira – Mas não apenas os novos gadgets se beneficiam de interfaces invisíveis: os produtos tradicionais com telas também podem aprender muito. Por que a invisibilidade está ganhando força e como pode ajudar – ou impedir – a construção de um bom UX?

É difícil imaginar como é fácil se acostumar com o que você realmente não vê, mas para o usuário uma interação tão simplificada com o produto é realmente conveniente. As interfaces, cujo objetivo é reduzir ao mínimo o número de ações, buscam o que todo lutador UX deseja: uma experiência agradável e discreta que resolve problemas do usuário.

Sem dúvida, um mundo sem telas – parece interessante. Mas e todos os aplicativos, sites e outros produtos para os quais a tela é um elemento vital do dispositivo? Sim, é possível que em algum lugar as interfaces nos forcem a fazer movimentos extras do corpo, mas de alguma forma elas estão integradas à maioria das tecnologias que usamos – e em um futuro próximo é improvável que elas cheguem a qualquer lugar.

Mas, mesmo que um produto precise de uma interface, isso não significa que você não deve tentar torná-lo o mais invisível possível. Muitas interfaces foram projetadas para orientar os usuários à medida que exploram o produto. Mas se o objetivo da interface é se adaptar à pessoa e antecipar suas necessidades, isso elimina a necessidade de usar segmentos inteiros da interface e até a própria interface.

O conceito de uma interface invisível não é apenas uma moda passageira dos designers de UX; essa é realmente uma nova maneira de pensar sobre a interface que vai além da tela.

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