CNN teve estreia dia 9 de março no Brasil

No jornalismo brasileiro a TV fechada irá contar com uma nova emissora: a CNN. O nome é conhecido por ser uma das maiores emissoras de jornalismo no mundo. O investimento para a instalação no Brasil, no decorrer de dez anos, custará R$ 700 milhões. Somente na implementação do canal o custo vai chegar a R$ 80 milhões.

Quem vai comandar a emissora no Brasil será o empresário Rubens Menin e o jornalista Douglas Tavolaro. O empresário é quem está na frente do grupo controlador da construtora MRV, Banco Inter e a Log Commercial Prope. Quem ficará como CEO da CNN será o Tavolaro, que estava na RecordTV. A fortuna de Menin é avaliada em US$ 1,1 bilhão de acordo com a revista Forbes. Na emissora o magnata vai possuir 65% da ações. Tavolaro terá 35% do canal. Quase 400 jornalistas estão na equipe profissional da CNN Brasil, a área da sede da empresa já ocupa 4 mil metros na Avenida Paulista.

O canal que irá transmitir a emissora será o 577, disponível nas operadoras Net/Claro, Sky, Oi e Vivo TV. Além do modo tradicional, haverá plataformas diferentes como redes sociais, site, aplicativos de celular. O objetivo da emissora é alcançar 60 milhões de pessoas por dia.

Sabe quem vai estar na frente do trabalho de notícias? Profissionais conhecidos do grande público. Os nomes ilustres são Evaristo Costa, saiu da Globo, mas não saiu das redes sociais como Twitter, Monalisa Perrone, quem disse que ela tinha sumido, se enganou, William Waack, algumas situações polêmicas acompanharam o ex-veterano da Globo, Reinaldo Gottino, quem não conhece, né?, Phelipe Siani, esse é mais um nome do jornalismo de primeira qualidade.

A principal concorrente da CNN é a Globo News. No ano anterior, houve uma desistência de 1,3 milhão de assinantes que deixaram os seus pacotes de TV, o número é aproximadamente 10% do valor que existe hoje no Brasil, que chega em 16 milhões.

O mercado entende que a inauguração no Brasil é um bom sinal para o jornalismo brasileiro. A credibilidade conta muito no momento de um anunciante preferir um parceiro para ter a sua marca associada e isso é construído com o tempo.

A expectativa de vida e o consumo moderado do álcool

Um estudo realizado pela Universidade de Harvard indicou que um estilo de vida saudável, incluindo consumo moderado de bebidas alcoólicas, exercícios físicos regulares, boa alimentação e não fumar, está relacionado a uma longa expectativa de vida. Participaram da pesquisa o professor de nutrição e epidemiologia de Harvard, Frank Hu, e uma equipe de pesquisadores de Chicago, Suiça, Holanda e China, onde foram analisados dados de 34 anos do NHS – “Nurses Health Study” – e 28 anos do HPFS – “Health Professionals Follow-Up Study – sendo então reunidas as informações de saúde sobre quase 112.000 participantes, principalmente profissionais da área de saúde.

Com efeito, os estudiosos fizeram a análise das taxas de três doenças crônicas (diabetes, doenças cardiovasculares e câncer), bem como o acompanhamento de cinco fatores do estilo de vida (tabagismo, índice de massa corporal, atividade física regular de moderada a rigorosa, consumo moderado de álcool e uma boa dieta). Sendo assim, graças aos dados humanos e estudos realizados ao londo do tempo, os especialistas concluíram que o consumo moderado de álcool tem um risco menor de desenvolver doenças cardíacas.

Observa-se que, quando o álcool é retirado dos fatores de estilo vida, a mulheres tiveram uma expectativa de vida 9,5 anos (e os homens 8,8 anos) mais longa, livre das principais doenças crônicas, ao comparar com aquelas não enquadradas nesses fatores. No entanto, depois de incluir o consumo moderado de bebidas alcoólicas, as mulheres tiveram um aumento de expectativa de vida para 12,5 anos (e os homens 9,6 anos), livre das principais doenças crônicas.

Outro ponto interessante do estudo foi a correlação significativa entre a ingestão de álcool e o colesterol HDL. O especialista indica que o HDL é o bom colesterol e o consumo moderado está associado a níveis mais altos. Logo, pessoas fumantes e obesas tiveram a menor expectativa de vida livre de tumores, doenças cardiovasculares ou diabetes. Uma coisa é certa: as descobertas aumentam as evidências crescentes que apoiam o impacto positivo do consumo moderado de álcool na longevidade.

Para saber mais notícias sobre o consumo moderado do álcool e a saúde humana, clique aqui e confira uma reportagem exclusiva.

Estudo aponta que vespas são eficazes no combate às pragas da lavoura

Uma técnica que usa vespas no controle de pragas nas lavouras está sendo aplicada por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo). De acordo com Fábio Santos do Nascimento, professor do FFCLRP (Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto) da USP, as vespas são ótimas para serem usadas no controle biológico em lavouras que apresentam diversos tipos de pragas.

Segundo o pesquisador, o controle de pragas consiste na utilização de um amplo serviço ecossistêmico de insetos. Os insetos seriam utilizados como predadores naturais nas lavouras, sem a necessidade de utilizar agentes químicos no controle de pragas. As vespas, por exemplo, são predadoras naturais de diversos tipos de lagartas encontradas em plantações, como na plantação de milho e cana de açúcar.

Nascimento não foi o único pesquisador que já chegou a essa conclusão por meio de estudos, mas diz que os resultados de novas pesquisas conduzidas por ele e sua equipe têm demonstrado resultados significativos. Em alguns testes, as vespas conseguiram eliminar em 100% as pragas das folhas de milho e cana de açúcar.

“Os testes realizados no milho foram excelentes, com um percentual de 100% de controle das lagartas nas folhas do milho e quando as larvas estavam abrigadas, as vespas apresentaram um índice de controle de 70%. Já na cana de açúcar, o índice de controle com as larvas expostas foi de 60%”, explica o professor. O estudo vem sendo realizado junto aos pesquisadores da FFCLRP, Unesp de Jaboticabal e com a UCL (Universty College London) localizada no Reino Unido.

Notícias sobre outros estudos ligados ao assunto, apontam que os polinizadores oferecem um papel muito importante também no controle de pragas. Assim como as vespas, as abelhas também predão naturalmente alguns tipos de consumidores naturais em lavouras, como é o caso de algumas modalidades de lagartas.

O estudo conduzido por Nascimento tem como finalidade apontar novos manejos no combate às pragas sem a necessidade de produtos químicos, que além de eliminar as pragas, eliminam os polinizadores e prejudicam a saúde das pessoas que consomem os alimentos.

Setor industrial brasileiro avança impulsionado por São Paulo e Rio de Janeiro

A produção industrial brasileira registrou uma leve alta de 0,9% entre os meses de dezembro de 2019 e janeiro de 2020, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os dados foram publicados pelo instituto em novas notícias no dia 12 de março deste ano. O instituto aponta esse como um dos maiores crescimentos que ocorreram desde junho de 2018, logo após a greve dos caminhoneiros no mesmo ano, responsável por um grande impacto negativo no setor em todo o país.

O maior destaque neste mês no setor foi São Paulo, considerado o maior parque industrial do Brasil e um referencial para a saúde do setor no país. Na cidade de São Paulo, a indústria registrou uma alta de 2,3%, o que motivou o setor nacional. De acordo com Bernardo Almeida, grande parte deste bom resultado do setor industrial em São Paulo pode ser explicado pela baixa base de comparação com os outros polos de produção em todo o país.

“A indústria paulista sofreu com dois meses negativos consecutivos, o que surtiu no acumulado de baixa de 3,7%. Mas, o resultado do mês de janeiro de 2020 é o melhor desde o mês de agosto do ano passado, que foi de 3,2%. Devido a essa alta em janeiro deste ano, a indústria começa a respirar puxada pelo setor automobilístico, de equipamentos e máquinas, utilizados em metalurgia e na produção de veículos”, explica Bernardo.

Considerando a média geral do país, o setor industrial teve um avanço de 0,9% no mês de janeiro, também seguido por quedas consecutivas nos dois meses anteriores. Para o retrospecto geral, esse é o melhor resultado desde janeiro de 2017, porém, o setor ainda vem acumulando queda de 1% ao longo dos últimos 12 meses.

Rio de Janeiro vem depois de São Paulo como um dos maiores influenciadores para a alta do setor industrial brasileiro em janeiro deste ano. De acordo com o IBGE, o impacto da produção fluminense foi bastante positivo, alcançando a casa de 3,9% na cidade, influenciada fortemente pelo setor automobilístico e derivados de petróleo.

O futuro do UX: interfaces invisíveis

Uma boa experiência do usuário não significa necessariamente um mar de aplicativos e gadgets. Às vezes, é melhor ficar sem uma interface – pelo menos sem uma interface no sentido usual. Um bom design é óbvio. Um ótimo design é transparente e gera economia.

A interface invisível ou oculta é frequentemente chamada de “nula” e agora é um dos tópicos mais discutidos na comunidade de design. Não é por acaso: quanto mais dispositivos aparecerem à nossa volta, menos práticas serão as interfaces tradicionais.

Pulseira – Mas não apenas os novos gadgets se beneficiam de interfaces invisíveis: os produtos tradicionais com telas também podem aprender muito. Por que a invisibilidade está ganhando força e como pode ajudar – ou impedir – a construção de um bom UX?

É difícil imaginar como é fácil se acostumar com o que você realmente não vê, mas para o usuário uma interação tão simplificada com o produto é realmente conveniente. As interfaces, cujo objetivo é reduzir ao mínimo o número de ações, buscam o que todo lutador UX deseja: uma experiência agradável e discreta que resolve problemas do usuário.

Sem dúvida, um mundo sem telas – parece interessante. Mas e todos os aplicativos, sites e outros produtos para os quais a tela é um elemento vital do dispositivo? Sim, é possível que em algum lugar as interfaces nos forcem a fazer movimentos extras do corpo, mas de alguma forma elas estão integradas à maioria das tecnologias que usamos – e em um futuro próximo é improvável que elas cheguem a qualquer lugar.

Mas, mesmo que um produto precise de uma interface, isso não significa que você não deve tentar torná-lo o mais invisível possível. Muitas interfaces foram projetadas para orientar os usuários à medida que exploram o produto. Mas se o objetivo da interface é se adaptar à pessoa e antecipar suas necessidades, isso elimina a necessidade de usar segmentos inteiros da interface e até a própria interface.

O conceito de uma interface invisível não é apenas uma moda passageira dos designers de UX; essa é realmente uma nova maneira de pensar sobre a interface que vai além da tela.

Além de pedido de desculpas, Empiricus apresenta evolução de seu compliance

Passados seis meses da polêmica envolvendo Bettina, marca desenvolve uma nova campanha, mas desta vez com pedido de desculpas e apresentação de departamento de compliance. Entenda!

Bettina ficou famosa nas redes sociais no início de 2019 após protagonizar um anúncio da Empiricus. Uma versão reduzida do vídeo viralizou e nela a copywriter diz ter feito um investimento de mil reais se transformar em um patrimônio superior a um milhão em apenas 3 anos com os relatórios da empresa.

Os órgãos de defesa do consumidor logo agiram, como o Procon que aplicou uma multa na empresa por conta do exagero. O Conar pediu que o vídeo fosse suspenso (além de outros cinco da marca) e a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) se valeu da polêmica para divulgar uma série de orientações acerca da publicidade envolvendo os players de análise financeira.

Em uma nova campanha, a Empiricus pediu desculpas pelo ocorrido. No vídeo divulgado na internet, Bettina volta à cena para se desculpar pelo relacionamento com o público ter começado da maneira incorreta. Segundo ela, foi passada a mensagem distorcida que despertou a ganância de algumas pessoas de que a evolução de seu patrimônio ocorreu rápida ou facilmente.

A copywriter ressalta que ainda que tenha feito mil reais se transformar em um milhão de reais, não foi um só investimento o responsável por esse crescimento, algo que ela disse mais uma vez naquela campanha, mas que era preciso ter ficado mais claro, principalmente na versão curta do anúncio.

Bettina também afirma que não ganhou nada com a exposição e nem mesmo a Empiricus lucrou, visto que a campanha tinha o intuito de divulgar um curso gratuito. No curso, o usuário poderia entender sobre o mercado de capitais, o que é investimento de risco, investimento conservador, entre outros temas, assim poderia se posicionar frente ao mercado.

Apresentação de compliance

Mais importante do que o pedido de desculpas foi a mudança de postura da Empiricus. Além de aumentar a rigidez nos processos internos e o controle das comunicações externas, a empresa trouxe profissionais ainda mais técnicos para compor sua equipe de pesquisa financeira.

A intenção foi desenvolver o departamento de compliance, responsável por tornar processos, publicidade e demais pontos adequados a legislação vigente. Atualmente nenhuma companhia que atua no mercado editorial de investimento possui um compliance tão desenvolvido.

Outro ponto foi a aproximação com as entidades reguladoras, principalmente a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), com quem teve rusgas no passado. Antes o posicionamento da empresa era de que a entidade não poderia fiscalizar suas atividades, visto que não é uma casa de análise e sim um veículo de comunicação.

Agora, a intenção da empresa é de manter o diálogo com a CVM e atender suas orientações. Entre elas a criação de alertas de risco na publicidade, o que já está sendo praticado em 100% das comunicações da Empiricus e que se mostra uma referência para as empresas que atuam no mesmo segmento.

Pesquisa aponta que 11% dos brasileiros caíram em investimentos fraudulentos

Segundo uma pesquisa publicada no dia 4 de dezembro de 2019, 11% dos brasileiros já tiveram alguma perda de dinheiro em investimentos fraudulentos. De acordo com os dados publicados, 62% dessas pessoas (mais da metade) não conseguiram recuperar o dinheiro perdido com as aplicações.

A pesquisa revelou que o golpe mais comum entre os brasileiros enganados é o esquema de pirâmide financeira. Esse golpe foi citado por pelo menos 55% dos consumidores que alegaram ter perdido dinheiro com investimentos fraudulentos.

Os dados foram levantados pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) junto ao SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e ao Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

Entre as fraudes mais comuns os consumidores também relataram ter caído no golpe de seguradora, onde o investidor recebe supostamente uma quantia após pagar taxas e outras despesas. Dentre o total de brasileiros que perderam dinheiro com investimentos fraudulentos, 19% cairam em golpes de seguradora.

Há ainda outros 16% que caíram em golpe de ações e de fundos de aposentadoria antigos e completamente esquecidos. Nestes golpes, os consumidores precisavam pagar taxas e outras despesas antecipadamente.

Esses golpes são tão comuns que cada vez mais pessoas aparecem em notícias como vítimas. A promessa de dinheiro fácil e rápido é o que mais leva essas pessoas aos golpes financeiros. De acordo com José Cesar da Costa, que é presidente da CNDL, há vários motivos para que as pessoas caiam em golpes, entre eles estão: excesso de confiança, ingenuidade, ganância e negligência em checar as informações do investimento.

“Falsos fundos, pirâmides financeiras e outras fraudes envolvendo investimentos são oferecidos com a promessa de ter altos ganhos em pouco tempo. Esses ganhos são sempre acima da média de muitos investimentos tidos como tradicionais. Então esses são os principais alertas para não cair em golpes: desconfie de investimentos com promessas duvidosas e ganhos além do real”, explica José Cesar da Costa. Entre os motivos que levam as pessoas a cair em golpes a “promessa de rendimento alto” foi a mais relatada pelas pessoas entrevistadas na pesquisa. Em seguida apareceram os motivos “não precisar entender de investimento para investir” e “garantia de risco baixo”.

Estudo aponta que plantas emitem sons ao passar por situações de estresse

De acordo com um novo estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, as plantas, assim como a maioria dos seres vivos, emitem sons ao passar por situações de grande estresse, como serem cortadas ou ficar sem água.

O estudo desenvolvido por Itzhak Khait e outros cientistas, apontou que os sons detectados podem ser comparados a “gritos” em uma sequência ultrassônica. Para chegar a esse resultado, os pesquisadores infringiram situações de estresse em tomateiros e pés de tabaco, como corte dos galhos e a falta de rega.

Segundo as notícias divulgadas pelos cientistas, os sons produzidos pelas plantas não podem ser ouvidos por seres humanos, já que eles estão em uma frequência muito alta. Os cientistas ainda consideraram sobre o estudo: “Isso muda completamente várias coisas que pensávamos sobre o reino vegetal, principalmente que ele era quase silencioso”, informaram os autores do estudo.

Essa não é a primeira vez que o estresse das plantas pode ser notado em estudos. Outras pesquisas apontaram que o odor, formato e até mesmo a cor das plantas tende a mudar dependendo das condições do estresse. No entanto, essa é a primeira vez que eles identificam que as plantas emitem sons quando estão em situações de estresse.

O estudo contou com a utilização de câmaras acústicas em um tipo de estufa, onde foram posicionados microfones para captar frequências ultrassônicas, que estão entre 20 e 150 kHz. Feito isso, os pesquisadores deixaram as plantas sem receber água e realizaram cortes em seus galhos. Outro grupo de plantas foi mantido em condições consideradas normais.

Os resultados mostraram que as plantas cortadas e que ficaram sem água apresentaram muitos sons ultrassônicos, em comparação com o outro grupo. De acordo com o estudo, os tomateiros emitiram 25 sinais ultrassônicos a cada hora após ter seu caule cortado. Os sinais aumentaram para 35 ao ficarem sem água. Já os pés de tabaco apresentaram 15 sinais por hora ao ter seu caule aparado e 11 sinais quando ficaram sem rega. O estudo ainda identificou que insetos e muitos mamíferos podem ouvir os sinais ultrassônicos emitidos pelas plantas em uma distância de até 5 metros. O que por sua vez será estudado pelos pesquisadores para identificar os padrões desses animais em relação aos sons emitidos pelas plantas.

Estudo aponta que um quarto dos jovens está viciado em celulares

Não é de hoje que o uso de celulares é estudado por cientistas do mundo inteiro. Dessa vez, as vítimas avaliadas foram os jovens que foram considerados viciados nos dispositivos. De acordo com um estudo realizado pelo King’s College de Londres, 1 a cada 4 jovens do mundo inteiro está viciado em celular. A dependência desses jovens é tão grande que já é considerada um vício.

Segundo os dados divulgados pelo estudo, o vício é identificado quando esses jovens se sentem “chateados” ou “em pânico” por ficar sem acesso aos aparelhos. O estudo também apontou que esses jovens não conseguem controlar o tempo gasto com esses aparelhos. Os pesquisadores concluíram por meio do estudo que o vício em celulares é algo muito sério e que pode estar contribuindo para problemas de saúde mental.

Publicado pela BMC Psychiatry e por outras fontes de notícias, o estudo trata-se de uma revisão de outros 41 estudos sobre o assunto. No total, foram 42 mil jovens envolvidos na revisão do estudo que teve como principal métrica o “uso problemático de smartphones”.

Dentre os dados analisados, os pesquisadores informaram que 23% dos jovens estudados apresentaram comportamento classificado como vício. Essa classificação foi feita devida a grande ansiedade para usar o celular, por não saber moderar o tempo enquanto usa o celular, por passar muito tempo utilizando o dispositivo e até mesmo por deixar outras atividades de lado devida a utilização do celular.

O comportamento viciante estudado pelos pesquisadores ainda apresentou outros problemas, tais como falta de sono, tristeza, péssimo desempenho escolar e estresse. “Ainda não sabemos se são os celulares que são viciantes ou se são os aplicativos utilizados nesses dispositivos”, explica um dos autores do estudo Nicola Kalk.

O pesquisador e integrante do “Instituto de Psiquiatria, Psicologia e Neurociência” do King’s College ainda considerou sobre o estudo: “Mesmo sem sabermos o real motivo que leva ao vício em celulares, é preciso conscientizar a população sobre o uso desses dispositivos por crianças e jovens. Os pais precisam estar cientes sobre o tempo gasto por seus filhos nos celulares”.

Preço do boi gordo reduz 5,14% no início de dezembro após máxima histórica

Após máximas históricas, arroba do boi gordo apresentou redução de 5,14% no preço nos primeiros dias do mês de dezembro. De acordo com dados da Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP), as cotações para a arroba do boi gordo foram pressionadas fortemente pelos consumidores que passaram a procurar por opções de carne com melhor preço entre o final de novembro e início de dezembro.

Já no mercado físico de São Paulo, o recuo apresentado foi de 3,67%, sendo comercializado a R$ 219,45 a arroba do boi gordo (que é equivalente a 15 kg). Os dados são do indicador Esalq/B3 que pertence ao Cepea e foram divulgados em várias notícias sobre o assunto.

No dia 2 de dezembro deste ano, o preço apresentou uma queda de 1,53%, sendo a primeira queda após o preço máximo registrado em 29 de novembro, onde o boi gordo foi comercializado por R$ 231,35. Já no acumulado do mês passado, os dados apontaram uma alta de 35,5% em novembro.

Na opinião do analista e especialista Thiago de Carvalho do Cepea, é necessário olhar para o consumidor interno quando há uma alta tão brusca como a de novembro. “Quando o boi gordo e as demais carnes têm uma alta nos preços muito brusca, é preciso olhar para a outra ponta, que é o consumidor. Os preços assustaram os consumidores, por isso, é natural que eles escolham proteínas mais baratas. Então é preciso considerar que há o efeito demanda e renda que devem ser pesados na balança”, explica Thiago de Carvalho.

O analista ainda considerou que a economia está melhorando e junto a primeira parcela do 13º salário, esse seria um cenário perfeito para aumento do consumo, se não fosse pelo aumento do preço do boi gordo. “O preço cotado na arroba do boi reduz a margem de lucro dos frigoríficos e do varejo. No entanto, para as carnes de classe A e B essa margem continua, já nas carnes de classe C e D é preciso aumentar o preço para ter mais lucro. Isso tem sido feito com coxão mole e peças mais ‘baratas’, retiradas do cardápio de vários restaurantes”, explica Thiago de Carvalho.