o empresário brasileiro Duda Sirotsky Melzer foi contra todas as probabilidades de emergir como um empreendedor astuto

Ele é consultor de startups com vários anos de experiência em planejamento de negócios e gestão estratégica.

O empresário Duda Sirotsky Melzer também é um consultor de sucesso – Duda Sirotsky Melzer é um empresário brasileiro que tem talento para criar novas empresas. Ele é uma das melhores pessoas do mundo quando se trata dessa habilidade. Duda Sirotsky Melzer acha que o segredo para uma boa empresa iniciante é a qualidade das pessoas que você contrata. Ele acredita que tomou algumas decisões muito inteligentes no que diz respeito ao pessoal de suas startups.

Duda Sirotsky Melzer acredita que as decisões que você toma quando se trata de contratação determinarão o sucesso ou o fracasso da sua inicialização. Ele diz a seus clientes que sejam pacientes quando decidirem quem trabalhará para sua startup. Tomar más decisões de contratação voltará a assombrar qualquer startup que as tome.

Duda Sirotsky Melzer leva o marketing de inicialização para o próximo nível – Duda Sirotsky Melzer acredita que crescer dentro da empresa de sua família, o grupo RBS, o ensinou muito sobre a vida. Ele provou que você não precisa estar baseado no Vale do Silício para ser um participante importante no mundo da tecnologia.

Duda Sirotsky Melzer acredita que teve tanto sucesso porque se cercou de pessoas muito inteligentes. Ele também não tem medo de delegar responsabilidades. Ele acredita que muitas pessoas desejam supervisionar todos os aspectos de sua nova startup. No entanto, esse não é um objetivo realista. Há apenas tantas horas no dia. Um bom líder precisa permitir que alguns de seus subordinados tomem decisões por conta própria. É isso que Duda Sirotsky Melzer faz.

Duda Sirotsky Melzer dirige sua própria empresa de consultoria há alguns anos. Ele decidiu mudar essa carreira depois de conquistar o mundo das startups. Agora ele passa seus dias tentando ajudar os sonhos de jovens empreendedores a se tornarem realidade. Ele ama a paixão desses jovens. Ele se alimenta disso e vive indiretamente através deles.

Duda Sirotsky Melzer se tornou mundialmente famoso por todas as suas façanhas de inicialização. Ele deu muitas palestras em seminários sobre como ele se envolveu com startups. Ele também entrará em detalhes sobre o que ele acredita ser uma boa startup.

Duda Sirotsky Melzer tem o prazer de repassar todas as coisas que aprendeu na esperança de que futuros empreendedores possam se beneficiar deles. Ele quer que as pessoas possam aprender com seus erros. Ele diz que cometeu alguns erros cruciais desde o início, com os quais aprendeu.

Duda Sirotsky Melzer sabe que a maioria das pessoas não tem tanta sorte. Ele continua trabalhando duro como consultor. Sua empresa está fazendo bons negócios. Há muitas pessoas que estão montando uma startup. Essas pessoas querem saber como Duda Sirotsky Melzer conseguiu estabelecer seus negócios com tanto sucesso.

Estratégia de otimização do caminho de conversão do site

Uma das estratégias populares para otimizar a economia de qualquer recurso da Web é estudar experimentalmente essas rotas de conversão, seguindo as quais os usuários alcançam seu objetivo, ou seja, comprar, fazer um acordo ou preencher um formulário de lead. O método para verificar esse ou aquele caminho de conversão é chamado de teste de caminho dividido e seu objetivo é verificar qual rota será mais eficaz em termos de taxa de conversão.

Normalmente, esse tipo de teste é caracterizado como uma subespécie do teste de divisão, na qual não uma página, mas alguma sequência ou hierarquia de páginas da web está sujeita a modificações e subsequentes medições do efeito das alterações feitas.

Na verdade, o objetivo principal do teste não é apenas rastrear a reação dos visitantes às variações da mesma página de destino nos negócios, mas iniciá-los em duas rotas diferentes umas das outras e ver o que acontecerá no final.

O teste de divisão dos caminhos de conversão permite que você não faça alterações na organização existente dos elementos nas páginas e, em vez disso, oferece a oportunidade de experimentar o número de páginas ou sua ordem.

Se você deseja verificar o processo de confirmação de compra, mas deseja testar como a alteração no botão CTA (de azul para vermelho, por exemplo) afetará esse processo, será necessário fazer ajustes em todas as páginas do caminho de conversão. O teste de páginas individuais pode levar à inconsistência de toda a rota e, como resultado, a uma diminuição na taxa de conversão.

Saber como uma página de notícias específica do seu site cumpre seu potencial é tão importante quanto saber como essas páginas funcionam em grupo. Por exemplo, você sabe qual de todas as páginas gera mais dinheiro? E qual gera o máximo de leads? Provoca compras? Se você conseguir alcançar a harmonia de todas essas páginas, poderá conseguir muito e vice-versa. E isso não é um exagero. Se o leitor passar de uma página para outra e estiver constantemente confuso, haverá apenas um botão no qual ele provavelmente clicará: este é o botão Voltar.

Testar caminhos de conversão alternativos pode abrir novas possibilidades para aumentá-lo, que não podem ser obtidas simplesmente alterando os elementos da página.

Como criar o site corporativo certo

Um site corporativo é um representante, a “face” da sua empresa em uma rede mundial – Sua principal tarefa é fornecer informações e notícias gerais sobre a empresa ou organização, seus produtos e serviços, sem focar em posições específicas. Em segundo lugar, a criação de um site corporativo é uma tarefa muito responsável e demorada, que nem todo profissional pode lidar. Portanto, o desenvolvimento de um site corporativo requer não apenas a habilidade dos desenvolvedores da web, mas também um investimento significativo. Embora, é claro, o custo de criação de um site representativo possa diferir drasticamente entre os especialistas – isso depende da ideia da própria página, de algumas decisões de design, otimização e muito mais.

De qualquer forma, economizar dinheiro na “face” da empresa não vale a pena. Segundo especialistas, o site corporativo certo será recompensado em dois meses e, após esse período, ele começará a gerar bons rendimentos. Para que a página da web da empresa seja a mais simples possível, é recomendável seguir essas recomendações:

Você precisa entender claramente de qual site corporativo precisa e imaginar o resultado final da estrutura e da funcionalidade da página;

Um design de site exclusivo, vibrante e cativante para a empresa deve ser desenvolvido, graças ao qual os visitantes apreciarão a página inteira. É desejável que a decoração seja consistente com a identidade corporativa da organização;

O sistema de gerenciamento de sites corporativos conveniente e funcional é outro detalhe importante da página da empresa. Portanto, é necessário, com toda a responsabilidade, abordar o desenvolvimento, a conexão e a configuração de um sistema de gerenciamento de conteúdo. Quanto mais simples esse sistema, mais compreensível é;

É necessário preencher a página corporativa com material de alta qualidade, que fornecerá informações abrangentes sobre a empresa comercial. Além disso, não apenas a atitude do visitante e possível parceiro de negócios em relação à empresa, mas também a capacidade de trabalhar com os recursos dos mecanismos de pesquisa dependerão da qualidade do conteúdo;

É importante testar o trabalho da página corporativa para que não haja falhas e erros, otimize o recurso para os mecanismos de pesquisa.

Fundo de investimento vegano pretende fomentar projetos do mesmo segmento

Uma iniciativa do inglês Michael Glover, um dos responsáveis pela criação da Organização Veganuary em parceria com Jane Land, sua esposa, visa fomentar projetos e empresas por meio da criação de um fundo vegano. A ideia é que, cada vez mais pessoas sejam atraídas pelo veganismo e ajudem nesta importantíssima causa para o meio ambiente e sustentabilidade no planeta. Glover e sua esposa, lançaram a Veg Capital, uma empresa que tem como objetivo captar recursos para serem investidos na iniciativa vegana ao redor do mundo.

De acordo com Glover, a empresa Veg Capital é um projeto de vida que tem como objetivo levantar fundos para serem canalizados em empresas focadas na proteção dos animais e do meio ambiente em todo o processo de fabricação de alimentos e produtos diversos.

O projeto é sem fins lucrativos e todos os valores obtidos com a Veg Capital através de serviços prestados diretamente aos empreendimentos vegano, serão revertidos para organizações que trabalham em defesa dos animais e instituições de caridade.

“Nosso grande objetivo é elevar mais a oferta de alimentos veganos e produtos do gênero, como roupas, produtos de higiene e outros produtos utilizados no dia a dia por meio de filantropia. Com isso, iremos ajudar a elevar a conscientização da gama de negócios existente na causa vegana e iremos ajudar a fomentar o máximo possível com os recursos captados pelo fundo e distribuídos de forma inteligente em cada investimento”, diz Glover.

Diante deste desafio, Glover e sua esposa, que também criaram a campanha Milion Dollar Vegan, terão suporte de especialistas em captação de recursos no mercado para que os investimentos sejam realizados em projetos e empresas sérias.

“Os investimentos neste segmento estão em alta e com sinais de se manterem assim por muito mais tempo. Ainda que estejamos vivendo em um período de pandemia e incertezas sobre o mercado daqui a alguns meses, anos, existem várias empresas interessadas no projeto. Não é uma surpresa que as notícias sobre o número de pessoas físicas e investidores institucionais envolvidos com o segmento vegano estejam crescendo a cada dia, pois isso conseguimos ver em nossa organização e outras empresas do segmento. É uma grande oportunidade de investir com empresas e pessoas que possuem a mesma mentalidade que nós”, diz Glover.

Nova forma de trabalhar pode ser prejudicial às nossas costas

Desde que começaram a pipocar notícias sobre o novo coronavírus, diversas empresas decretaram trabalho remoto, o famoso home office. Entretanto, não são todos que possuem um canto específico para exercer suas funções dentro de casa.

Sem lugar adequado para instalar o computador, muitos profissionais têm usado a mesa da sala ou da cozinha para isso. E as cadeiras desses móveis não são feitas para que uma pessoa fique longos períodos sentada.

Esse cenário fez aumentar o número de reclamações de dores nas costas nos ortopedistas. Geralmente, alongamento e repouso melhoram o quadro, mas é preciso estar atento. Se a dor se intensificar, é indicado que se procure um médico.

Em casos simples, especialistas indicam algumas atitudes que evitam ou amenizam o incômodo causado pelas horas de trabalho em casa. Perceber se o monitor do computador está na altura dos olhos, por exemplo, é essencial para uma postura adequada. Um calço feito de livros pode ajudar nesse quesito.

Segundo uma pesquisa realizada em abril, profissionais em home office têm trabalhado mais do que o usual e descansado menos, o que certamente contribui para problemas na coluna. A redução ou paralisação das atividades físicas é outra consequência da quarentena que pode ter relação direta com as dores nas costas.

Felizmente, existem algumas ações que ajudam a atenuar os sintomas. Prestar atenção na postura é o principal ponto para quem não quer problemas na coluna. Levantar a cada meia hora e caminhar pela casa, além de ser um alongamento natural, estimula a circulação.

É importante também colocar um banquinho no chão para apoiar os pés e elevar os joelhos, deixando a postura ereta.

Um outro ponto que pouca gente leva em consideração é o abalo emocional causado por uma pandemia. Excesso de preocupações, incertezas e medo podem se transformar em tensão, culminando em uma espécie de peso nas costas.

Importante: se o incômodo na coluna vier acompanhado de sintomas respiratórios e febre, o ideal é consultar um médico para descartar a hipótese de Covid-19.

Grupo Toyo Setal está criando futuro sustentável e transformando o mundo para melhor

Empresa Corporativa Internacional Toyo Setal, localizada no Brasil, reconhecida pelo seu trabalho em projetos de petróleo e gás, transporte e energia. O grupo Toyo Setal visa garantir uma dedicação contínua à sustentabilidade com projetos extremamente bem-sucedidos e exigentes, envolvendo diversas experiências de infraestrutura, design e compras. Essa contribuição decorre da crença de que a proteção do capital do meio ambiente natural é sempre uma prioridade para todas as iniciativas ao operar em diversos setores verticais.

Utilizando tecnologias avançadas, o grupo Toyo Setal conseguiu se concentrar na proteção dos recursos naturais, buscando soluções viáveis para alcançar resultados em todas as iniciativas. Isso envolve, mas não se restringe a, a aprovação adequada de quaisquer efeitos ambientais sobre a vida selvagem, possíveis sítios arqueológicos, plantas e recursos vitais, como a água, durante todo o processo de gerenciamento de projetos no Brasil e no mundo.

A sustentabilidade é extremamente importante para qualquer negócio. A determinação geral para alcançar resultados é sempre complementada pela crença de que as gerações subsequentes e os possíveis impactos ao meio ambiente sobre os recursos naturais estão sempre alinhados com os valores e a ética da empresa. Para garantir que eles sejam capazes de executar um projeto sustentável, eles frequentemente recrutam e educam a população local sobre questões ambientais.

Desde as fases de planejamento até a conclusão, esta agência está ciente e inclui todos os riscos potenciais envolvidos nos projetos em andamento e seus efeitos nas regiões vizinhas. O rastreamento de rotina é sempre definido com o objetivo de coletar dados e desenvolver medidas analíticas inteligentes, semanalmente, trimestralmente ou anualmente, dependendo do assunto.

O grupo Toyo Setal se envolve com as autoridades para garantir que todas as atividades nas áreas em que opera estejam em conformidade com os regulamentos ambientais. Isso inclui esforços para semear novas árvores, cada uma para o crescimento de seus projetos. No entanto, a vida selvagem e espécies vulneráveis ​​de plantas nas áreas ameaçadas por seus complexos projetos são mais frequentemente realocadas. Eles são responsáveis ​​por garantir um amanhã melhor por meio dessas ações.

Empreendedores acreditam que o faturamento dos seus negócios ainda deve cair bastante nos próximos meses, mostra pesquisa

Não é novidade para ninguém que o setor de negócios está sofrendo fortes impactos diante da atual pandemia do novo coronavírus (causador da Covid-19). E os dados de uma pesquisa realizada pela empresa de informações de crédito Boa Vista revelam que as expectativas dos empreendedores para os próximos meses não são boas.

De acordo com o levantamento, 76% dos cerca de 400 micros e pequenos empresários ouvidos pelo estudo — que compõem os setores de Comércio e Serviços — acreditam que haverá uma retração do faturamento dos seus empreendimentos para os próximos 90 dias. Destes, 52% acreditam que essa redução será acima de 50%.

Por sua vez, uma parcela menor de entrevistados (26%) tem a expectativa de que o recuo no faturamento também seja um pouco menor — e fique em torno de 31% a 50%. Já 22% dos empresários ouvidos acreditam que essa queda será de até 30%.

Outra constatação da pesquisa da Boa Vista é em relação às principais preocupações financeiras dos donos de seus próprios negócios: despesas com aluguel, energia e manutenção — ou seja, aqueles essenciais para manter uma empresa em pleno funcionando. Pensando nisso, um percentual de 68% dos entrevistados disse que tem feito, todos os dias, o balanço financeiro da companhia.

Já para 61% dos empresários ouvidos pela Boa Vista, entre as medidas mais importantes para minimizar os impactos empresariais oriundos da crise atual de saúde, está evitar despesas que não sejam extrema necessidade. Vale salientar, também, que 22% dos microempreendedores dizem já estar renegociando suas dívidas com instituições financeiras.

“No atual momento econômico, as empresas precisam garantir que os pagamentos continuem acontecendo, para manter seu fluxo de caixa e evitar ter de recorrer a bancos para obter capital de giro. Ter um processo de cobrança estruturado e eficiente é fundamental”, orientou a diretora de Marketing da empresa realizadora da pesquisa em questão, Lola de Oliveira.  

O estudo da Boa Vista mostra, ainda, que a representatividade das vendas online segue baixo, apesar de as empresas terem aumentado a sua atuação no e-commerce. Dentre os entraves apontados pelos empreendedores nesse sentido, está a dificuldade com a prospecção qualificada de clientes (31%).

Os dados do estudo podem ser conferidos neste infográfico.

Agronegócio brasileiro aposta na bioeconomia

A pressão da sociedade civil por um agronegócio mais sustentável — somada ao próprio esgotamento dos recursos naturais não-renováveis — tem feito produtores rurais e empresários do ramo adotarem a bioeconomia gradativamente em suas agendas de negócios.

Rastreabilidade, certificação, venda de alimentos por e-commerce, sanidade e sustentabilidade são algumas das bandeiras desta “nova” espécie de agronegócio, que tem ganhado força nos últimos tempos. Assim, a ideia da bioeconomia traz um novo modelo de desenvolvimento, ao integrar setores que tanto utilizam como produzem recursos biológicos — diferentemente da grande maioria dos produtores atuais, baseados na utilização de combustíveis fósseis e na degradação do meio ambiente.

De acordo com a Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI), o setor possui potencial de atrair 400 milhões de dólares para o Brasil nos próximos 20 anos — a entidade também prevê a criação de 200 mil novos empregos nessa área. A título de comparação, no mundo todo, hoje — conforme dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD) — são movimentados cerca de dois trilhões de euros, e gerados cerca de 22 milhões de empregos.

Ainda em termos de Brasil, um setor que tem sido pioneiro na implementação da bioeconomia é o de floresta plantada.  De acordo com a Indústria Brasileira da Árvore (Ibá), ele possui, atualmente, a madeira (matéria-prima) utilizada para a produção de produtos renováveis, recicláveis e biodegradáveis.

Existem, ainda, diversas pesquisas e produtos sendo desenvolvidos — como, por exemplo, resinas, óleos, bio-óleos, nanofibra, nanocelulose e nanocristais — capazes de serem utilizados em indústrias como a de alimentos, a automobilística, a de cosméticos, a de medicamentos e, até, a de produtos têxteis.

Em relação especificamente ao setor do agronegócio, o que se vislumbra, hoje, é a produção do etanol, que foi um dos carros chefe do crescimento brasileiro por alguns períodos na última década. Ademais, ainda há cerca de três mil produtos em desenvolvimento em laboratórios focados na bioeconomia.

O certo é que, somado à soja e à proteína animal — que são os principais produtos de negócios do setor agrícola brasileiro — a bioeconomia vem com força e promete estabelecer-se nos próximos anos.

Indiana vence o prêmio Empreendedor do Ano Global 2020

No último dia 4 de junho, aconteceu a cerimônia de premiação virtual do Empreendedor do Ano Global 2020, realizado pela EY e transmitida para o mundo todo. Quem levantou o troféu — inclusive, pela segunda vez — foi a presidente-executiva da biofarmacêutica Biocon Limited da Índia, Dra. Kiran Mazumdar-Shaw.

A premiação em questão é uma forma de reconhecer a capacidade criativa e de inovação de empreendedores dispostos a encarar as mudanças no ambiente empresarial.

A empresa de Kiran foi fundada por ela com apenas US$ 500, ainda no ano 1978, e, atualmente, trata-se de um dos principais negócios de biotecnologia do continente asiático — pioneira no centro de tecnologia da cidade indiana Bangalore, tornou-se uma das maiores empregadoras da região, com mais de 11.000 funcionários.

Kiran Mazumdar-Shaw, por sua vez, também é uma empreendedora líder, reconhecida mundialmente. Ela já apareceu na lista das 100 mulheres mais poderosas da revista americana Forbes, bem como entre as 100 pessoas mais influentes da revista americana Time.

“Eu sou uma eterna empreendedora e acho que ainda há muito o que fazer. O prêmio é um grande reconhecimento para a inovação pois é exatamente o que precisamos para mudar o mundo: novas ideias e fortes propósitos”, ressaltou Kiran Mazumdar-Shaw, em seu discurso de agradecimento à premiação. 

Em termos de Brasil, o País foi representado, na edição 2020 do Empreendedor do Ano Global, pelo fundador e Chief Executive Officer (CEO) da multinacional brasileira de soluções digitais CI&T, Cesar Gon. O negócio do empresário, que foi fundado em 1955, era inicialmente voltado para o desenvolvimento de software, entretanto, hoje, atua na transformação digital de grandes empresas — o empreendimento já conquistou presença global, chegando aos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Japão e China.

A cerimônia de premiação virtual do Empreendedor do Ano Global 2020 pode ser assistida no canal CNBC.

Mesmo com a pandemia de Covid-19, rede varejista brasileira quer aumentar o seu número de unidades ainda me 2020

Por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), muito se tem ouvido falar, nos últimos meses, de quedas de faturamento, diminuição nas vendas, reformulação de planos e estratégias e, até mesmo, do fechamento de milhares de negócios no Brasil. Contudo, uma tradicional rede varejista brasileira não pretende alterar muito seu projeto original de expansão. Trata-se da Pernambucanas, que ainda quer inaugurar novas unidades em 2020 — e não são poucas: entre 25 e 30 novas lojas.

 Para o presidente do grupo, Sérgio Borriello, a crise atual também traz oportunidades. Ela deixa, por exemplo, alguns pontos de venda disponíveis onde a rede varejista gostaria de marcar presença, explicou Borriello à série de reportagens especiais sobre Economia na Quarentena, do jornal O Estado de S. Paulo (Estadão).

No que se refere a ganhar forças diante da concorrência, o empresário contou que dentre as estratégias do negócio está o relacionamento com os consumidores no crediário. “Fizemos isenção de juros e multa nos períodos de atraso, demos carência para os clientes pagarem, fizemos parcelamento. E por que isso? Queremos plantar atendimento para colher fidelidade”, acentuou o Sérgio Borriello. 

O presidente da rede varejista falou, também, do atual funcionamento da rede, em meio à pandemia. Segundo ele, a rede Pernambucanas conta com um processo de inteligência “que acompanha casos e óbitos reportados versus os leitos disponíveis”. Além disso, Borriello salientou que as lojas do grupo acompanham o que cada prefeito está falando a respeito das autorizações de funcionamento.

“Temos 378 lojas, das quais 256 estão abertas. Nessas 256, há diversos modelos. Algumas são abertas dia sim, dia não. Outras têm horário limitado; outras, capacidade limitada”, esclareceu o executivo das lojas Pernambucanas. Ele ainda enfatizou que, mesmo em meio à pandemia, não aconteceram demissões de funcionários.

“Fizemos redução de jornadas em alguns casos. Onde as lojas estavam fechadas, fizemos suspensão de contratos. Queremos preservar ao máximo os empregos. Boa parte dos nossos funcionários está na Medida Provisória 936”, completou Sérgio Borriello.

Confira a entrevista completa com o presidente da rede varejista.