A trajetória bem-sucedida do executivo à frente da incorporadora JHSF, José Auriemo Neto

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José Auriemo Neto, ou apenas Zeco para os mais próximos, desde criança já era considerado como precoce, tendo em vista que começou a andar e falar antes do normal. Em sua vida adulta, ele permaneceu com essa característica, se tornando um dos principais executivos do país com apenas 27 anos, idade com que se tornou presidente da incorporadora JHSF.

Quando adolescente, Zeco já apresentava um espírito empreendedor, se aventurando em atividades variadas ao longo dos anos. Essa característica o levou a fazer parte da Convivência Internacional de Jovens (Cisv), sediada no Japão, e também a morar por algum tempo na Noruega, onde participou de uma liga de futebol amadora. Além disso, ele ainda chegou a treinar hipismo com o reconhecido treinador Nelson Pessoa Filho.

Aos 17 anos, José Auriemo Neto tomou a decisão de estudar Engenharia na Faap (Faculdade de Engenharia de São Paulo). Já próximo ao final da faculdade, ele aceitou que não era essa a profissão que vislumbrava para si e optou por abandonar o curso. Logo depois, ele começou a trabalhar na empresa de seu pai, Fábio Auriemo, e se envolveu de forma definitiva na administração da JHSF.

Desde a década 90, a incorporadora JHSF já estava investindo pesado no ramo da incorporação de imóveis, estratégia que possibilitou o desenvolvimento rápido e contínuo da corporação, e a estabeleceu entre as maiores do Brasil no segmento. Atualmente, a empresa conta com projetos nas cidades de São Paulo, Salvador, Manaus e Punta del Este, com foco especial na incorporação de torres comerciais e shoppings centers, como é o caso do Shopping Metrô Tucuruvi, que fica em São Paulo.

Após assumir o cargo de liderança da JHSF, José Auriemo Neto dedicou uma atenção especial ao ramo da incorporação de luxo. O projeto de maior destaque da empresa nesse segmento foi a construção do Parque Cidade Jardim, um imenso complexo de alto padrão, que por conta de sua localização, na Marginal Pinheiros, foi visto por muitos especialistas como inadequado para receber uma construção desse porte.

Mesmo com essas opiniões adversas, o executivo acreditou nesse projeto e apostou na compra do terreno, o qual tem aproximadamente 80 mil metros quadrados. Desse modo, José Auriemo Neto acertou ao investir no Parque Cidade Jardim, considerado atualmente como um dos complexos imobiliários mais modernos e luxuosos da capital paulista. Nele, estão um grande shopping center de luxo, que conta com mais de 150 lojas, nove prédios residenciais, quatro edifícios comerciais e um prédio onde parte dos andares são residenciais e o restante funciona como sede de um hotel da rede Fasano.

Além de bem-sucedido em sua vida profissional, José Auriemo Neto também conta com uma vida pessoal igualmente próspera. Casado há anos com a administradora Mariana Landmann Auriemo, os dois são pais de um casal de filhos, Antônio e Olivia. Apesar de sua rotina de trabalho intensa e cheia de compromissos, o executivo da JHSF tenta sempre dedicar seu tempo livre a família, aproveitando também para jogar golfe, seu esporte preferido atualmente, sempre que possível.

 

Dicas simples para não perder dinheiro na crise

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A crise afeta a vida financeiro de milhões de brasileiros e para passar por ela sem maiores complicações, sem se endividar e sem perder dinheiro é necessário prestar atenção em algumas coisas.

Organizar-se é essencial e começa de uma maneira bem simples, apenas analisando sua situação financeira, colocando na ponta do lápis todas as suas despesas e receitas mensais.

Manter-se informado sobre a situação econômica é imprescindível para que suas compras e suas decisões financeiras sejam tomadas com cautela. Procure estar bem informado, e acompanhe vários veículos, para não se prender em uma única visão e se deixar levar pelo pessimismo.

Avaliar sua situação de maneira realista, prospectar o futuro do seu setor de atuação e se possíveis investimentos podem ser afetados. Essas avaliações podem ser o remédio para um dos piores vilões das finanças, a autoconfiança, que leva as pessoas a acharem que todos podem se endividar ou perder o emprego, mas você não.

Ter um plano B, tanto para o desemprego, quanto para tudo na vida, é essencial para não se endividar e perder meses e meses procurando um emprego, sem qualquer perspectiva.

Aplicações na bolsa, ou no Tesouro Direto podem ser boas opções para manter um fundo para quando for necessário. Porém, é importante salientar que para não perder dinheiro é preciso estudar o mercado e prestar atenção na área que se quer investir.

Eliminar dívidas o quanto antes, gastar de maneira inteligente, comprando apenas coisas que você realmente precise. Adapta possíveis planos e sonhos, para não perder dinheiro ou se endividar em demasia. Analisar possíveis sentimentos que podem te levar a gastar mais ou gastar de maneira desnecessária, aqueles famosos itens supérfluos que podem ser postergados. Todas estas ações são necessárias para evitar perder dinheiro e organizar-se.

Procurar por investimentos, para em oportunidades benéficas aproveitar. E com todas estas mudanças, criar bons hábitos financeiros e aplica-los para o resto da vida, com ou sem crise financeira. E especialistas alertam que uma boa educação financeira não se trata de entender a taxa selic e sim manter bons hábitos financeiros no dia-a-dia.

 

Taxa de conveniência pode ser cobrada ou não?

Na hora de comprar um ingresso para um show ou um evento, é comum visualizar no momento de fazer o pagamento um percentual embutido, chamado de “taxa de conveniência”.

Embora sua cobrança seja bastante difundida e até aceita por boa parte dos consumidores sem muitas reclamações, tal prática fere o CDC, o Código de Defesa do Consumidor.

Isso porque a taxa de conveniência só pode ser cobrada caso ofereça de fato algum tipo de serviço além daquele que está sendo adquirido. Há percentuais cobrados que chegam a 20% do valor total do ingresso, o que é abusivo, conforme diz a lei.

Se ao comprar a entrada o consumidor precisar retirar o ingresso em algum lugar, a taxa de conveniência não pode ser cobrada. Outro tipo de cobrança abusiva de acordo com o Procon SP, portanto contra a lei, é a da taxa de entrega ou de impressão.

Da mesma forma, o valor do ingresso deve ser igual para todos, sem o acréscimo de percentuais sobre o setor ou a quantidade de unidades compradas.

Portanto, pode parecer normal que se aceitem essas taxas, já que são cobradas desde sempre, sem que aparentemente nada mude. De acordo com o supervisor Bruno Stroebel, do Procon paulista, o que as pessoas devem fazer caso se deparem com as cobranças abusivas é denunciar a prática junto ao órgão de defesa do consumidor da sua região.

Na capital paulista, a denúncia pode ser feita até pela fanpage do órgão. Também são aceitas denúncias feitas pelo site do Procon ou pelo telefone 151.

O tema ainda é bastante controverso. Se por um lado existem diversas decisões judiciais e a própria atuação do Procon para resguardar os direitos do consumidor, por outro há outras decisões de juízes favoráveis à cobrança extorsiva de taxas sem nenhuma contrapartida.

Foi o que aconteceu no Rio Grande do Sul, onde uma decisão da 16ª Câmara Cível em 2016 entendeu que era legal a cobrança de taxa de conveniência por uma empresa caso venda ingressos pela internet.

Luiz Carlos Trabuco e as ações como presidente do Bradesco

 

Umas das primeiras ações de Luiz Carlos Trabuco, quando assumiu a presidência da empresa em que atua – há cerca de 48 anos – lá em 2009, foi buscar a renovação dos quadros de liderança, conversando com executivos de todos os escalões da instituição. O atual presidente do Banco Bradesco também procurou estabelecer rituais para dar autonomia aos que eram promovidos. Avisados por Trabuco de que “quem recebe o microfone deve ter o que falar, passar uma mensagem, vocalizar posicionamentos, uma estratégia e um plano de ação”, os que ascendiam no grupo eram reunidos no Salão Nobre da companhia e recebiam o direito da palavra.

A busca por profissionais do mercado foi a renovação promovida Luiz Carlos Trabuco no banco. O diretor-executivo responsável pelo Bradesco BBI, Renato Ejnisman, que atuou no Bank of America e BankBoston, é um exemplo disso.

Mas o destaque, de fato, de Trabuco na liderança do Banco Bradesco foi cerca de dois anos atrás, em agosto de 2015 – trata-se de um dos lances mais ousados do executivo à frente da instituição bancária. Ele comprou a filial brasileira do HSBC por US$ 5,2 bilhões, no maior negócio no Brasil naquele ano.

Foi desta forma, inclusive, que a instituição bancária se manteve na briga pelas primeiras colocações no ranking de ativos – ainda que a luta para alcançar novamente a liderança nesse ranking não fosse o principal objetivo de Trabuco no momento em que assumiu a presidência da empresa. Em 2009, o banco recém havia perdido a posição de primeiro lugar no mercado. Na época, cautelosamente, Luiz Carlos Trabuco declarou – “A liderança em si não é um objetivo […] Nosso objetivo é fazer o melhor trabalho nos municípios que atendemos ”.

A visibilidade como presidente não tem sido pouca – a estratégia da compra do HSBC, por exemplo, também rendeu ao homem mais poderoso do Bradesco o título de Empreendedor do Ano de 2015 nas Finanças pela ISTOÉ Dinheiro – uma revista brasileira de economia e negócios publicada pela Editora Três.

Mas, engana-se quem pensa que os prêmios não aconteciam antes. Durante seus anos de carreira, Luiz Carlos Trabuco já recebeu, por exemplo, o troféu Personalidade de Seguros do Ano duas vezes – a primeira foi em 2003, logo que assumiu o comando como presidente do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência. A segunda foi em 2007, por conta dos quatro anos da gestão de Trabuco no comando da seguradora. Na ocasião, o prêmio foi entregue pelo Presidente da Camaraseg, Pedro Barbato Filho, representando o Presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP), Leoncio de Arruda.

Ainda, em 2009, Luiz Carlos Trabuco esteve presente na lista das 100 personalidades mais influentes do Brasil, publicada pela revista Época.  Nela, os membros foram selecionados por se sobressaíram pelo poder, pelo talento, pelas realizações ou pelo exemplo moral. A redação da revista foi a responsável pela escolha dos participantes – com a ajuda de milhares de leitores e de especialistas de diversas áreas. O executivo integrou a categoria “Empreendedores & Pioneiros”.

 

Nestlé repete a mesma situação que originou o Nescafé após crise de 1929

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A relação da Nestlé, uma multinacional de origem suíça, com o mercado brasileiro, já está bem perto de completar 100 anos. Afinal de contas, tudo começou lá pelo ano de 1921, quando houve a inauguração, no interior de São Paulo, mais precisamente na cidade de Araras, daquela que entraria para a história como a primeira fábrica da Nestlé do Brasil, ou seja, um símbolo da entrada desse grupo em nosso país.

A partir daí, o mercado brasileiro começou a ter a sua devida importância em toda a trajetória que essa gigante suíça percorreu desde lá, até chegar ao seu status de hoje, como uma das maiores multinacionais do planeta, presente em vários países. Todavia, é importante ainda destacar, sobre a relação de quase um século entre a Nestlé e o Brasil, um dos seus principais marcos, ocorrido ainda na década de 1930, quando só havia passado uma década desde a já citada inauguração. É que ocorreu dessa companhia ter a necessidade de criar uma solução capaz de escoar o volume excedente de café estocado, por um pedido do próprio governo local, dada a realidade da recente quebra de Wall Street. Para quem não entendeu, basta lembrar que uma das consequências da crise de 1929, foi um colapso nos preços desse produto em questão, cujo o nosso país atuava como o seu maior exportador, e a nível mundial.

E não é que essa necessidade teve como fruto o lançamento do Nescafé. Sim, foi por conta dessa situação que, em 1938, eles lançaram um café solúvel que seria emblemático até os dias de hoje, estando incluído no portfólio global da empresa, inclusive, e como um dos destaques, diga-se de passagem.

Pois então, contado um pouco dessa história envolvendo a empresa e o produto em questão, passemos para cerca de oito décadas depois disso, quando, novamente por conta de uma realidade de crise, o Nescafé retorna a ser foco central dos negócios da Nestlé. Afinal, é reconhecido pelo próprio presidente da empresa no país, Juan Carlos Marroquín, que, atualmente, é necessário o quádruplo do trabalho de antes, para que sejam mantidos os mesmos resultados, ou seja, a mesma faixa de lucro. E quando disse isso, Marroquín estava referindo-se à quarta operação global da Nestlé, que durante o ano passado, 2016, chegou a ter um faturamnto de aproximadamente R$ 13 bilhões. Assim, ele concluiu então sobre a necessidade da empresa de reinventar-se constantemente, sem deixar de focar naquelas categorias tidas por eles como “as vencedoras”.

Especificando melhor essa iniciativa de “reinvenção” por parte da Nestlé, podemos citar o blend de café torrado recentemente lançado sob a marca Nescafé Espresso, do tipo que, além de 100% arábico, também deve ser moído no momento do preparo. E outro detalhe de favorecimento à produção da Nestlé nacional para a rede global da empresa, é que esses grãos estão sendo produzidos na fábrica de Arara, enquanto oriundos do Sul de Minas Gerais. Assim, trata-se da primeira fábrica brasileira da Nestlé que é responsável então por exportar o Nescafé solúvel para várias localidades do nosso planeta, mais precisamente, em torno de 40 países.

Por fim, é vale pontuar também que estamos sendo, enquanto país, e a nível de industrialização, os pioneiros nessa entrada da marca Nestlé no ramo de cafés em grão.