Recursos Econômicos: tipos e definições

A terra é um recurso econômico que inclui todos os recursos físicos naturais, como ouro, ferro, prata, petróleo, etc. Alguns países têm recursos naturais muito ricos e, ao utilizar esses recursos, eles enriquecem sua economia até o pico.

Tal como o desenvolvimento de petróleo e gás do Mar do Norte, na Noruega e na Grã-Bretanha, ou a alta produtividade de uma vasta área de terras agrícolas nos Estados Unidos e no Canadá. Alguns outros países desenvolvidos, como o Japão, possuem recursos econômicos menores . O Japão é a segunda maior economia do mundo, mas depende do petróleo importado.

A entrada humana no processo de produção ou fabricação é conhecida como trabalho . Os trabalhadores têm capacidade de trabalho diferente. A capacidade de trabalho de cada trabalhador é baseada em sua própria formação, educação e experiência de trabalho.

Essa capacidade de trabalho é importante no tamanho e na qualidade da força de trabalho. Para alcançar o crescimento econômico, o aumento na qualidade e no tamanho da força de trabalho é muito essencial.

Em economia, o capital é um termo que significa investimento nos bens de capital. Então, isso pode ser usado para fabricar outros bens e serviços no futuro.

A seguir estão os fatores de capital:

Inclui novas tecnologias, fábricas, edifícios, máquinas e outros equipamentos.

É o estoque de produtos acabados ou componentes ou produtos ou componentes semiacabados. Esses bens ou componentes serão utilizados no futuro próximo.

Novos recursos de construção de capital, maquinário ou tecnologia são comumente usados ​​para melhorar a produtividade do trabalho. Tais como as novas formas de agricultura ajuda a aumentar a produtividade do setor agrícola e dar empregos mais valiosos neste setor que motiva as pessoas a sair para o trabalho.

É um estoque de capital que é usado para manter todo o sistema econômico. Como estradas, ferrovias, aeroportos etc.

O Empreendedor é uma pessoa ou indivíduo que deseja fornecer o produto ao mercado, a fim de obter lucro. Empreendedores geralmente investem seu próprio capital em seus negócios. Esse capital financeiro é geralmente baseado em suas economias e eles assumem riscos vinculados a seus investimentos. Essa tomada de risco pode ser recompensada pelo lucro do negócio. O empreendedorismo é, portanto, um importante recurso econômico .

A mística do dinheiro – Da macroeconomia aos anseios individuais

Por que uns sucumbem e outros se salvam, Perguntava Primo Levi, autor de “Se Isto é um Homem”, livro escrito em primeira pessoa que relata sua própria experiência do holocausto e em Auschwitz.

Por que uns ficam ricos e outros não? Poderiam se perguntar todos aqueles que olham o mundo como possibilidade de enriquecimento. Basta uma procura rápida nas livrarias online e as milhares de capas encontradas podem sugerir que a resposta é simples, ou ao menos que está ao alcance de algumas leituras fáceis, contudo, a mística do enriquecimento tem seu mercado próprio, quase sempre alheio à realidade, cultivando legião de adeptos e ávidos consumidores de seus produtos.

Histórias de sucessos financeiros são propagadas pela indústria cultural. O camelô que tornou-se um dos maiores empresários brasileiros, a ascensão meteórica de donos de famosas franquias de fast foods, escritores e gurus da informática. A mensagem? Trabalho.

Os anos finais do século XIX viram os EUA prosperar e ascender como potência mundial e, a despeito de interpretações estapafúrdias e simplistas, circunstâncias históricas ligadas principalmente a conflitos internos como a guerra da secessão e motivações pré guerra mundial foram a principal alavanca do crescimento vertiginoso. A macro economia, vis-à-vis com decisões políticas, produziu, a seu tempo, indivíduos milionários.

O senso comum, maravilhado, procura contrapor a riqueza produzida pelo trabalho daquela “menos digna”, oriunda de um golpe de sorte, visão turva e colorida com os tons da propaganda capitalista e liberal. Vê-se, a partir de uma quase ideologia muito difusa, os efeitos sobre a massa acrítica que situa o enriquecimento como um efeito direto do empreendedorismo e assim, ideias propagadas passam a ser assimiladas como dogmas. Meritocracia e eficiência são dois exemplos que se descolam do contexto histórico e são “aspergidas” magicamente sobre as cabeças. O jogo de dados da economia é eivado de aleatoriedade ou não previsibilidade mais do que imaginam os que desejam enriquecer aumentando suas chances com estratégias prêt-à-porter. Além de traduzir o empirismo em dados científicos aplicáveis há um universo intangível para a maioria humana, regido por leis naturais arbitrárias e inacessíveis.

Primo Levi se matou quatro décadas depois de ter se salvado da sanha nazista.

Economia: O que esperar de 2019?

Se compararmos o Brasil de 1988, economicamente falando, é certo que atualmente está melhor. Mesmo com o grande número de desempregados, boa parte da população foi para o trabalho informal.

E, após os recentes acontecimentos na área política, muitos investidores estrangeiros, empresas multinacionais, entre outros voltaram a acreditar na economia e no crescimento do país, e essa mudança já pode ser sentida com a abertura de mais de 50.000 vagas com carteira assinada em todo território brasileiro.

Ainda é um momento bastante instável na economia; porém o Brasil, por ser muito diversificado em vários setores principalmente no agrícola, com tecnologia de ponta a todo vapor para tornar mais rápido e eficaz a produção de verduras, legumes e frutas em um país onde o agronegócio lidera o setor.

As vantagens do nosso país são imensas se forem comparadas com as de outros países. Com uma vasta área produtiva, ainda com afluentes de grande importância, paisagens e lugares belíssimos, que podem ser explorados pelo turismo ecológico.

O que falta para o Brasil melhorar consideravelmente? Compromisso público, logística assertiva e investimentos diversos. São infinitas possibilidades em um país tão enorme.

Batalhador por natureza, madrugador de todo dia, o brasileiro começa a enxergar uma luz no fim do túnel. E a expectativa é tanta quanto a de uma criança que espera o brinquedo sonhado por meses a fio.

Os desafios se fazem presentes, a luta é grande, mas o gigante que acordou, aos poucos se refaz dos tantos tombos e se prepara para uma nova fronteira, um caminho onde se zela por valores verdadeiros e construtivos. O gigante acordou, e agora quer de volta o que lhe foi tirado.

Que venha 2019 e quem tem coragem que arregace as mangas e rumo ao trabalho. O Brasil voltará a crescer juntamente com sua economia e o povo que já não mais dorme, está agora preparado para a mudança.

Michael Kors finaliza compra da Versace por cifra bilionária

O grupo Michael Kors Holdings concluiu nas últimas semanas a compra da grife italiana Versace após as duas empresas finalmente chegarem a um acordo. O valor da transação, segundo fontes, foi de cerca de US$ 2,12 bilhões, o que na cotação atual equivale a R$ 8,6 bilhões.

Antes de ser vendida, a grife, que foi criada pelo estilista Gianni Versace, era controlada pelos seus irmãos, Donatella e Santo, e também pela filha de Donatella, Allegra. No total, a família era responsável pelo controle de 80% da empresa, enquanto os outros 20% pertenciam ao fundo de investimentos Blackrock.

Em um comunicado oficial, Donatella Versace declarou que essa mudança no comando permitirá que a empresa alcance o seu máximo potencial e ressaltou que toda a família do estilista está está contente e animada com a possibilidade de trabalhar em conjunto com John Idol, que é o atual CEO do grupo Michael Kors.

John Idol, por sua vez, destacou em notícias recentes que a compra da Versace representa um momento importante na história do grupo Michael Kors. Ele ainda ressaltou que com os recursos do grupo, acredita que é possível que a Versace supere os seu faturamento anual, o qual está em cerca de US$ 2 bilhões.

Juntamente com essa aquisição, existem planos de expandir o número de lojas da Versace ao redor do mundo, de 200 para aproximadamente 300 ao longo dos próximos anos. Também há a expectativa de aumentar o faturamente com a venda de acessórios e sapatos da marca, que é de cerca de 35% atualmente, para até 60% do lucro total da Versace.

A Versade foi criada em 1978, em Milão, e logo em seus primeiros anos já se destacou como uma grife de luxo, com foco na venda de roupas, acessórios, sapatos e perfumes. Nos dias de hoje, a marca está presente em 60 países e é reconhecida mundialmente, sendo uma das favoritas entre as celebridades e artistas famosos.

Já a norte-americana Michael Kors foi fundada em 1981, e se destaca na venda de roupas, acessórios, relógios e óculos, com foco no estilo prêt-à-porter. Com quase 10 mil funcionários ao redor do mundo, a marca alcançou um faturamento bilionário e conta com o seu capital aberto na Bolsa de Valores de Nova York desde o ano de 2011.

Jovens empresários lucram alto com criação de horta para ambientes fechados

Um grupo de três amigos está obtendo alta lucratividade com o andamento dos negócios de sua empresa. Trata-se da Plantário, cujo produto consiste numa espécie de horta que possibilita com que o cliente realize em casa o cultivo de diversos gêneros alimentícios. Somente no ano de 2017, a companhia atingiu o faturamento de 2,5 milhões ao colocar em prática a ideia em questão.

Os proprietários da Plantário são os jovens gaúchos George Haeffner, Bernardo Mattioda e Thomas Kollmann. Juntos, eles conseguiram elaborar um tipo de estufa que opera com sistemas de irrigação, ventilação e iluminação, ou seja, simula as fases necessárias para o desenvolvimento de plantas.

O crescimento dos vegetais, conforme informa o site da revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios, costuma ser ainda mais rápido do que o observado em plantações convencionais. Além disso, o equipamento possui a peculiaridade de funcionar em ambientes aparentemente hostis para as plantas, tais como subsolos ou outros locais que não recebam a luz solar.

Para Bruno Mattioda, de 28 anos, outro ponto que tem atraído a atenção da clientela é o fato dessas estufas agradarem esteticamente. Desse modo, muitas pessoas as utilizam também como elementos que compõem a decoração de residências, por exemplo. Ele também salienta que a eficiência verificada nesses equipamentos é o principal atrativo no momento da compra.

Mattioda e seus outros dois sócios se conheceram ainda na época da faculdade. Os três eram colegas de classe na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), instituição onde cursaram engenharia.

Mesmo com a ideia inicial de se lançar um equipamento que funcionasse como uma horta para residências, este começou a ser empregado também por empresas. Vale salientar que em 2017 ocorreu a primeira experiência com a estufa, ao se inaugurar uma horta subterrânea no estado de São Paulo.

Ao se verificar a demanda por parte de empresas, os jovens desenvolveram uma linha específica para atender esse filão do mercado, a PRO, que possui a capacidade de cultivo em uma área com dimensões maiores do que as verificadas em apartamentos. Somente a demanda corporativa já responde por 15% do faturamento da Plantário, explicam os empresários.

Saiba mais:

https://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/Econegocio/noticia/2018/11/eles-criaram-horta-que-permite-que-voce-cultive-alimentos-organicos-em-casa.html

Tempo gasto em navegação mobile contribui para exploração de mídia móvel

A IAB Brasil divulgou recentemente que o brasileiro passa mais de três horas por dia navegando no mobile. Esse número revelou o tempo médio gasto pelos brasileiros em 2018 com navegação mobile, o que destaca um crescimento de 6% em relação ao tempo médio gasto registrado em 2017. Os novos dados foram apresentados através do 6º IAB AdTech & Data. Com esses dados, o entendimento sobre o mundo mobile é que o “mobile já é mídia de massa”.

De acordo com os dados divulgados, o mobile faz parte da vida de um total de 120 milhões de brasileiros. Isso significa que a cada dez brasileiros, sete acessam internet através de smartphones e tablets. Esse número é um reflexo da expansão do setor mobile em todo o país.

Nos Estados Unidos, o setor mobile já se tornou a maior mídia para publicidade em todo o país. No Brasil, o mercado mobile tem sido cada vez mais explorado pelas agências de marketing e anunciantes. As perspectivas são de que em breve o setor mobile supere a utilização de desktops em todo o país.

As notícias reveladas no 6º IAB AdTech & Data ainda destacaram que até o segmento de e-commerce, que é mais explorado por meio de desktop no Brasil, é responsável por 60% do tempo gasto em navegações mobile. Dentro desse percentual, cerca de 70% dos brasileiros que acessam o e-commerce por meio do mobile já finalizaram compras.

Partindo deste contexto, as empresas brasileiras e anunciantes que atuam no país já quadruplicaram os investimentos em publicidades exclusivas para aplicações mobile. Esse tipo de investimento tem como finalidade aproximar ainda mais os consumidores com as marcas e empresas que eles possuem interesses.

Além disso, esses resultados mostram como o setor de mídia mobile tem crescido e o quanto aplicações desse tipo influenciam consumidores em decisões de compras. Para empresas e marcas que atuam nos mais variados setores da economia, essa é uma ótima forma de ampliar a comunicação com os consumidores.

Turquia estagna e é vista com fortes perspectivas de crise econômica

É o décimo aniversário do colapso do Lehman Brothers e estamos sendo inundados com retrospectivas e previsões sobre o que causará a próxima crise. Muitos estão apontando para os mercados emergentes como um provável catalisador, uma conjectura lógica, apontando a política monetária que está em andamento nos EUA.

Os soberanos dos mercados emergentes não são homogêneos, embora às vezes sejam tratados como tal. Alguns têm posições fiscais e externas que causam inveja a muitos países desenvolvidos, enquanto outros são apenas um passo em falso diante de uma possível inadimplência. A Turquia é geralmente considerada como pertencente a este último grupo graças a uma confluência de uma fraca posição externa, deteriorando as relações com os EUA e intervenções equivocadas na política monetária do presidente da Turquia, Erdogan. Seus spreads de CDS de 5 anos se ampliaram drasticamente em resposta e se aproximaram de 600 pb em agosto de 2018, um nível preocupante para um soberano que estava negociando com 158 pb em janeiro.

Mas houve uma recuperação modesta no início de setembro deste ano, impulsionada pelas expectativas de que o banco central da Turquia finalmente entregaria o aumento da taxa exigido pelos mercados. Então, foi interessante, embora não seja nada surpreendente ver Erdogan divulgar notícias sobre o assunto apenas algumas horas antes do anúncio da política monetária que lançou dúvidas sobre um aumento nas taxas. Erdogan reiterou sua visão bem conhecida, embora contrária, de que existe uma correlação positiva entre taxas e inflação. Os spreads de CDS de cinco anos aumentaram de 509 pb para 535 pb em reação ao aumento da incerteza.

Mas Erdogan também afirmou a independência do banco central, uma posição que muitos contestariam considerando os eventos recentes da economia global. Talvez ele usasse isso como cobertura para uma escalada e protegesse sua reputação entre o eleitorado doméstico? Esta é certamente uma questão interessante, uma vez que horas depois o banco central superou as expectativas, aumentando as taxas de 17,75% para 24%. A decisão foi bem recebida nos mercados de crédito, com os spreads dos swaps de ativos em queda e o CDS de cinco anos em alta rumo a 455 pb. Crucialmente, a curva de crédito da Turquia também começou a desinverter – o spread de dois anos agora está negociando apenas 30 pb. A curva de rendimento dos títulos da Turquia desnivelou ainda mais e retornou a uma forma normal – embora bastante plana.

Inglaterra derrota a Suíça por 1 a 0 em amistoso com gol de Rashford

Na última terça-feira (11), a Inglaterra derrotou a Suíça por 1 a 0 em um amistoso internacional. O autor do gol que deu a vitória aos ingleses no King Power Stadium, estádio do Leicester, foi Marcus Rashford, do Manchester United.

Apesar de ter feito um jogo frio, a vitória no amistoso mostra que a Inglaterra deseja alcançar novos patamares após ficar em quarto lugar na Copa do Mundo de 2018, evento no qual a seleção inglesa chegou como uma das favoritas, mas caiu bem próxima da grande final.

Gareth Southgate, o atual treinador da Inglaterra, decidiu usar o amistoso para testar o seu elenco, já que entrou com uma equipe bem diferente da vista na Copa do Mundo da Rússia. O comandante optou por testar os diversos jovens da equipe, que formam a base do que será o novo ciclo da seleção inglesa. Grandes nomes do elenco, como Harry Kane, entraram apenas no segundo tempo da partida.

O time suíço conseguiu manter uma maior posse de bola no primeiro tempo, mas quando o apito final soou, essa estatística estava bem equilibrada para ambos os lados.

Nos primeiros 45 minutos, os espectadores viram um jogo mais morno, onde a Suíça aproveitava alguns erros da defesa inglesa para criar melhores oportunidades. Aos 36 do primeiro tempo, Ricardo Rodriguez fez um cruzamento rasteiro que por pouco não resultou em gol, já que o atacante quase alcançou a bola.

Já na segunda etapa do confronto, a Inglaterra abriu o placar logo no comecinho, aos 10 minutos. Com um escanteio mal batido, Walker recebeu a bola no lado direito e cruzou dentro da área. A bola acabou passando por todo mundo e, de chapa, Rashford a empurrou para dentro e abriu o placar para sair bem nas notícias. Por fim, o restante do jogo não mostrou grandes oportunidades de gol.

A evolução do capitalismo

Somente nos séculos XVI e XVII houve uma “mercantilização” dos estratos aristocráticos, muitos dos quais se saíram mal em um mundo cada vez mais orientado para o dinheiro e, consequentemente, contraíram casamentos com famílias mercantis abastadas (as quais não teriam recebido em casa). geração ou duas anteriores) para preservar seu status social e material. De maior importância, no entanto, foi a transformação das ordens inferiores, um processo que começou na Inglaterra elisabetana, mas não ocorreu em massa até o século XVIII e até o século XIX.terra para se tornar um agrícolaproletariado em busca dos melhores salários possíveis, porque a subsistência tradicional não estava mais disponível. Assim, a rede de mercado de economia estendeu seu poder disciplinar sobre o trabalho “livre” – o recurso que anteriormente havia escapado de sua influência. A ordem social resultante possibilitou que os mercados coordenassem a produção e a distribuição de uma maneira nunca antes possível.

Sistemas De Mercado.

Do mercantilismo ao capitalismo comercial.

É comum descrever os primeiros estágios do capitalismo como mercantilismo , a palavra que denota a importância central dos mercadores estrangeiros que se destacaram na Inglaterra, na Alemanha e nos Países Baixos dos séculos XVII e XVIII . Em numerosos panfletos, esses comerciantes defendiam o princípio de que suas atividades comerciais reforçavam o interesse do poder soberano , mesmo quando, para consternação da corte, isso exigia o envio de “tesouros” para o exterior. Como os panfletários explicaram, o tesouro usado dessa maneira tornou-se uma mercadoria no comércio exterior , no qual, como comerciante do século XVIIThomas Mun escreveu: “devemos sempre observar essa regra; vender mais para estranhos do que consumimos deles em valor ”.

Apesar de toda a mentalidade comercial, o mercantilismo era apenas parcialmente um sistema coordenado pelo mercado. Adam Smith reclamou amargamente sobre os monopólios do governo que concederam direitos exclusivos de comercialização a grupos como a Índia Oriental ou as empresas da Turquia, e comentaristas modernos enfatizaram o grau em que as economias mercantilistas dependiam de preços e salários regulados, e não livres. A sociedade econômica que Smith descreveuA riqueza das nações em 1776 está muito mais próxima da sociedade moderna, embora difira em muitos aspectos, como se verá. Este estágio do século XVIII é chamado de “capitalismo comercial ”, embora deva ser notado que a palavra capitalismo em si não aparece nas páginas do livro de Smith.

Uma visão sobre o empreendedorismo

Destruição criativa refere-se à substituição de produtos e empresas inferiores por produtos mais eficientes, negócios inovadores e criativos em que o ecossistema baseado no mercado capitalista garante que apenas os melhores e mais brilhantes sobrevivam, enquanto outros são levados pelas tempestades da destruição criativa.. Em outras palavras, os empreendedores com ideias que mudam o jogo e as habilidades e atributos necessários para o sucesso garantem que seus produtos, marcas e empreendimentos tirem a participação de mercado de empresas existentes que não criam valores ou são simplesmente ineficientes e presas em um momento. deformar onde eles são incapazes de ver a escrita na parede. Portanto, esse processo de destruir o antigo e o ineficiente por meio de idéias mais novas e criativas é chamado de destruição criativa, que muitas vezes é o que o empreendedor faz quando lança um novo empreendimento.

Um empreendedor é um tomador de risco.

Discutimos o que é empreendedorismo e as habilidades e atributos necessários aos empreendedores, além de como eles se engajam e se entregam à destruição criativa. Isso não significa que todos os empreendedores sejam bem-sucedidos, pois o fato de que eles podem se tornar vítimas de destruição criativa, bem como devido à falta de outras características, significa que a maioria dos novos empreendimentos não sobrevive à marca de um ano de sua existência. Agora, quando os empreendimentos fracassam, a pergunta óbvia é quem leva a culpa pelo fracasso e cujo dinheiro está sendo perdido. A resposta é que o empreendedor coloca seu próprio dinheiro ou levanta capital de investidores anjos e capitalistas de risco, o que significa que, no caso de o empreendimento acabar, o empreendedor e os investidores perderem dinheiro. Note que, como mencionado anteriormente, os empregados e os gerentes profissionais perdem seus empregos e, a menos que sejam parceiros no empreendimento, seu dinheiro não está em jogo. Portanto, isso significa que o empreendedor é o tomador de risco no empreendimento, o que significa que o sucesso ou o fracasso da empresa reflete sobre o empreendedor.

Alguns empresários famosos.

Dada essa introdução básica ao empreendedorismo, podemos agora nos voltar para alguns exemplos famosos de empreendedores que tiveram sucesso apesar das grandes dificuldades porque tinham idéias que mudam o jogo e, mais importante, também tinham os traços e habilidades necessários que os tornariam lendários.