SpaceX deve lançar missão tripulada ao espaço antes da Boeing

A SpaceX, empresa do bilionário Elon Musk, deve sair na frente na “corrida” contra a Boeing para ser a primeira empresa privada a levar tripulantes à estação espacial internacional – ISS, na sigla em inglês.

Isso porque recentemente a Boeing anunciou que adiará os testes tripulados com seu ônibus espacial, após detectar diversas falhas no comportamentos dos propulsores da embarcação. Com isso, a empresa espera realizar o primeiro lançamento apenas em meados de 2019. Enquanto isso, a SpaceX anuncia, até agora, que a primeira missão-teste tripulada com destino à ISS ocorrerá em Abril de 2019. A companhia do CEO da Tesla Motors também enfrenta atrasos no cronograma.

Por conta dos sucessivos atrasos nos cronogramas da empresa, a NASA, agência espacial americana, pode ficar sem acesso a ISS já a partir do ano que vem. Isso porque a agência americana abandonou o seu programa de ônibus espaciais, contando com a agência estatal russa para enviar seus astronautas à estação. Atualmente, existem cinco assentos em lançamentos comprados pelo governo americano no ônibus espacial russo Soyuz, pelo preço de 80 milhões de dólares cada.

A ideia da NASA é retomar a autonomia nos lançamentos de tripulações ao espaço, sem depender da agência russa, visando não só independência mas também economia nas missões. Por isso, disponibilizou às companhias americanas SpaceX e Boeing 6,8 bilhões de dólares para que elas criassem seus projetos. Desde então, ambas companhias participam de uma nova “corrida espacial” para determinar quem levará primeiro os tripulantes à ISS.

Embora essa corrida seja benéfica para as empresas, que buscam mostrar aos investidores suas capacidades no mercado aeroespacial, a fim de tornar possível viagens privadas ao espaço em um futuro próximo, o interessante à NASA é que ambas empresas estejam aptas a fazer viagens à ISS. Isso porque a compra de novos assentos na Soyuz passaria por negociações com o governo russo, que duraria anos e seriam incertas, comprometendo o programa espacial dos EUA.

Segundo um relatório do governo dos Estados Unidos, no entanto, nenhuma das empresas devem estar prontas para lançar suas respectivas missões tripuladas até 2020, já que nenhuma delas está próxima de conseguir as certificações exigidas pela NASA. Segundo o governo, a Boeing deve obtê-las em dezembro de 2019, enquanto a SpaceX conseguiria em janeiro de 2020, um mês depois.

Jovens sem experiência enfrentam problemas para conseguir emprego

Uma pesquisa realizada pela empresa argentina Trendsity e também pelo McDonald’s, mostrou que a maioria dos jovens do país, cerca de 77% deles, está com problemas na hora de conseguir o seu primeiro emprego, devido à falta de experiência deles. Outro fator que foi mencionado por 69% dos jovens pesquisados, foi a falta de oportunidade causada pelos problemas na economia. A falta de confiança nos jovens foi citada por 68% dos entrevistados, fazendo com que esses três fatores sejam considerados os maiores obstáculos para que  os jovens entrem no mercado de trabalho.

Foram pesquisadas as informações de 1.800 jovens, do Brasil, Chile, Argentina, Peru e Colômbia, com idades entre 16 e 27 anos. Metade dos entrevistados eram homens e a outra metade eram mulheres, sendo que foram entrevistados 500 jovens em território brasileiro. Os números mostraram que 80% deles, desejam conseguir um emprego que priorize os estudos e o bem-estar. Eles também esperam que no seu primeiro trabalho, em 63% dos casos, que os seus empregadores possam valorizar e dar apoio aos jovens trabalhadores.

Mas alguns fatos surpreendem em relação ao que os jovens esperam encontrar no seu primeiro trabalho, já que 44% deles esperam aprender outros idiomas e trabalhar em equipe, 40% acreditam que vão desenvolver projetos criativos, 35% acreditam que podem atuar no futuro em um cargo de liderança e 28% acham que podem receber instruções para empreender no futuro.

Liz Coimbra, universitária de 18 anos e cursando veterinária, está tentando encontrar um estágio para conseguir ajudar a mãe nas contas de casa. Liz esbarrou na falta de oportunidade e na desvalorização do mercado, em relação aos jovens no seu primeiro emprego. O ideal para ela seria arrumar um trabalho ou um estágio na sua área, mas ela está descobrindo que a realidade é bem diferente do que ela imaginava. A maioria dos estágios para os novos alunos de veterinária, não é remunerado. Apesar da gratidão por um aprendizado além da faculdade, sem nenhuma ajuda financeira e com despesas de transporte e alimentação, a situação acaba ficando desanimadora.

Ela acredita que os empregadores não querem o compromisso de ensinar os jovens que nunca trabalharam, e as vagas que aparecem pedem sempre experiência comprovada na carteira.

Brasileiros planejam mais as dívidas do início do ano, diz pesquisa

Um levantamento realizado pelo SPC Brasil – Serviço de Proteção ao Crédito – junto a CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas -, aponta para o orçamento familiar em 2018, e demonstra que apenas 15% dos brasileiros empregados ou com alguma ocupação terão condições de arcar com as despesas sazonais logo no ínicio do ano. Essas despesas podem ser classificadas como: Material escolar, IPTU e IPVA, sendo essas as principais despesas de início de ano para a maioria dos brasileiros.

A pesquisa também aponta que 17% dos participantes entrevistados não se preocuparam em fazer projeções para poder realizar o pagamento dessas dívidas no ínicio deste ano. Cerca de 32% dos consumidores planejaram um percentual do 13º salário referente a 2017 para arcar com essas dívidas de início de ano. Muitos consumidores (27%) deixaram de realizar compras no último Natal e nas comemorações de final de ano para arcar com essas dívidas, e 21% prestaram algum serviço freelancer para conseguir guardar um dinheiro extra para o início de 2018.

De acordo com os especialistas do SPC Brasil, as projeções domésticas e a disciplina são coisas que devem ser levadas muito a sério para o início de cada ano. “O ideal é que todos tenham entrado 2018 com a organização já traçada no final do ano passado. Mas quem ainda não pensou nisso, ainda dá tempo e precisa correr. O primeiro passo é fazer um mapeamento pensando no futuro, mas sempre de olho no retrovisor, pois janeiro é um mês com muito acúmulo de gastos, como viagens do período de festas e parcelas remanescentes do Natal”, ensina Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.

Segundo outro levantamento realizado pelo SPC Brasil, os brasileiros que parcelaram os produtos adquiridos no Natal, irão conseguir terminar essas dívidas a partir de abril deste ano, o que aponta para um orçamento familiar apertado no início deste ano.

Também os especialistas do SPC Brasil ensinam que para pagar o IPTU e o IPVA o quanto antes, o ideal é sempre planejar de fazer esse pagamento à vista, já guardando dinheiro no ano anterior para fazer esse pagamento. O mesmo vale para as compras do material escolar, procurando sempre pesquisar o máximo possível antes de efetuar a compra.

 

Segundo a NASA, lavouras brasileiras representam 7,6% da área total do país

Segundo dados apresentados pela “National Aeronautics and Space Administration”NASA – (Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço), e divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Brasil utiliza somente 7,6% de todo o seu território com lavouras, o equivalente a 63.994.479 hectares utilizados com esta finalidade. Os dados foram apresentados em Berlim, na Alemanha, pelo atual ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, durante um discurso realizado na abertura do evento GFFA – “Global para Alimentação e Agricultura”.

Durante a realização do evento que implica sobre a Semana Verde Internacional, que acontece entre os dias 18 e 20 de janeiro de 2018, o ministro deixou claro o objetivo do Brasil, de “moldar o Futuro da produção animal de forma sustentável, responsável e produtiva”.

No ano de 2016, o cálculo divulgado pela Embrapa Territorial apontava as áreas de produção agrícola no país em 7,8%, o equivalente a 65.913.738 hectares. Em comparação com os números apresentados pela NASA, que foram gerados em novembro de 2017, apontam para um percentual menor, que de acordo com Evaristo de Miranda, responsável geral pela Embrapa Territorial, essa pequena diferença de 0,2% é extremamente aceitável entre as medições.

Segundo um estudo criado pela NASA, as áreas de ocupação do planeta destinada às lavouras equivalem a 1,87 bilhão de hectares. A produção de alimentos em todo o mundo alcançou a casa dos 7,6 bilhões no mês de outubro de 2017, considerando que cada hectare de terra produtiva no planeta consegue alimentar 4 pessoas. Claro, a realidade da produção de cada hectare varia por inúmeros fatores, também a qualidade da produção e cultura a ser desenvolvida.

“Os europeus desmataram e exploraram intensamente o seu território. A Europa, sem a Rússia, detinha mais de 7% das florestas originais do planeta. Hoje tem apenas 0,1%. A soma da área cultivada da França (31.795.512 hectares) com a da Espanha (31.786.945 hectares) equivale à cultivada no Brasil (63.994.709 hectares)”, explica Miranda.

 

Salário mínimo 2018 fixado em R$ 954 é o menor reajuste em 24 anos

A partir de um decreto assinado pelo presidente da república, Michel Temer, no dia 29 de dezembro de 2017, o valor do salário mínimo passou a ser fixado em R$ 954. O novo aumento já passou a valer desde o dia 1º de janeiro de 2018, e é atualmente o menor aumento do salário mínimo em 24 anos. No total, foram apenas R$ 17 de aumento em relação ao salário mínimo de 2017, que estava em R$ 937.

Além de ser o menor valor desde 1994, o salário mínimo de 2018 também está abaixo das estimativas que já haviam sido aprovadas pelo próprio Congresso Nacional. O valor do salário mínimo esperado para este ano era de R$ 965. Com um valor menor, o governo já prevê uma economia de R$ 3,3 bilhões neste ano.

Na publicação oficial do salário mínimo 2018 no Diário Oficial da União, o decreto presidencial também estabelece o valor diário de R$ 31,9 e o valor horário de R$ 4,34, de acordo com o novo valor do salário mínimo. Em uma comparação com o salário mínimo de 2017, o novo reajuste que já está em vigor é 1,81% maior do que o salário mínimo anterior.

Atualmente, o Brasil possui aproximadamente 45 milhões de pessoas que são beneficiadas com o salário mínimo, como os aposentados e os pensionistas. Grande parte desses pagamentos realizados mensalmente é feito pelo próprio governo federal.

Esse novo reajuste mais baixo ocorreu por causa da fórmula que o governo utiliza para corrigir os reajustes anteriores. Segundo o governo, essa fórmula é feita a partir das seguintes considerações: resultado do PIB – Produto Interno Bruto, de até dois anos antes e a variação do INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor, do ano anterior.

Sendo assim, o salário mínimo de 2018 contou com o cálculo do resultado do PIB do ano de 2016, que teve um registro de queda de 3,6% em relação a 2015, com resultado do INPC de 2017. O governo informou que quando o PIB apresenta resultado negativo, o reajuste leva em consideração apenas o INPC, portanto, o salário mínimo de 2018 contou apenas com o INPC de 2017, que foi medido pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

 

Exportação de grãos será 40% realizada pela região Norte do Brasil

De acordo como o atual ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, a avaliação do escoamento relacionado com a safra de grãos que irá abastecer o mercado externo, irá ser realizado cada vez mais através da região Norte do Brasil, atingindo a casa dos 40% do total de escoamento. “Essa já é uma realidade que pouco a pouco está repercutindo. A cada nova mercadoria mandada pelo Norte, os portos do Sul são aliviados, assim como a vida dos produtores rurais da região”, afirmou o ministro.

Estão sendo realizadas mudanças no sistema portuário, informou o ministro, que também lembrou que os telejornais filmaram e apresentaram filas enormes de caminhões que se estendiam entre São Paulo e o porto de Santos, e entre Curitiba e o porto de Paranaguá. “Hoje isso não existe mais. As exportações ocorrem por meio de um agendamento, todos os caminhões possuem uma senha e a mercadoria chega no dia e na hora marcada. É preciso mais avanço para que novas melhorias sejam implantadas, mas atualmente já podemos contar com um bom planejamento”, explicou o ministro.

No dia 15 de dezembro deste ano, o ministro Blairo Maggi esteve presente no Seminário Brasil Central, realizado no Rio de Janeiro pelo jornal O Globo, onde foram enfatizadas a Força do Agronegócio na Transformação do Brasil. O ministro destacou a grande importância da produção voltada para o atendimento da grande demanda alimentos para mais 3 bilhões de cidadãos que irão compor a classe média mundial até o ano de 2030.

O ministro apontou para o mercado asiático, enfatizando que esse mercado continua estando a frente no potencial de crescimento e no consumo dos produtos brasileiros. Nas regiões Sul e Sudeste asiáticos, estão 51% de toda a população existente no planeta, sendo 19% do PIB – Produto Interno Bruto – mundial. Esse grande mercado é responsável pelo consumo de 28% da produção de aves em todo o mundo, 20% da produção de bovinos, 31% da produção de lácteos e 37% de todas a produção de açúcar mundial.

O percentual de mata nativa preservada no Brasil é de 63% em relação ao território nacional, sendo um dos pontos principais em destaque pelo ministro no seminário. Esse número foi comparado como os resultados apresentados nos Estado Unidos, que demonstrou 19,9% de áreas preservadas.

 

Média do preço do IPVA 2018 terá redução de 3,2% no estado de São Paulo

A Secretaria da Fazenda do estado de São Paulo, revelou no dia 30 de novembro que a média do IPVA em 2018 no estado de São Paulo será 3,4% menor do que a registrada em 2017. A nova tabela divulgada pela Secretaria com os valores venais para o ano que vem já foi divulgada por meio do Diário Oficial do Estado de São Paulo.

Os dados informados pela Secretaria fazem parte de uma apuração realizada pela Fipe – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, que analisou cerca de 11,5 mil tipos de veículos diferentes, levando em conta as marcas, os modelos e as versões dos veículos.

Segundo a apuração de dados da Fipe, essa redução na média do valor cobrado no IPVA para o ano que vem pode ser explicada por causa da desvalorização dos veículos. Como muitos consumidores continuaram com seus veículos antigos, a desvalorização para o ano foi maior. Quando o ano registra um número maior de veículos novos, a média do valor do IPVA fica maior.

O IPVA 2018 poderá ser pago de duas formas pelos contribuintes do estado de São Paulo, sendo elas à vista no mês de janeiro, o que garante 3% de desconto no pagamento, ou ainda em três parcelas fixas que deverão ser pagas nos meses de janeiro, fevereiro e março do ano que vem. O pagamento parcelado ainda segue uma tabela que classifica os veículos de acordo com os números finais da placa.

Caso o contribuinte deixe de pagar pelo tributo, o mesmo passa a ter uma cobrança de 0,33% ao dia de multa relativo ao atraso e juros de mora que varia de acordo com a taxa Selic, a taxa básica de juros do país. Se o contribuinte não pagar o IPVA em até 60 dias, a multa passa a ter o percentual fixo em 20% em cima do valor empregado inicialmente ao imposto.

A Fipe ainda identificou em seu levantamento que as vendas de alguns veículos no estado de São Paulo registraram queda nos preços no mês de setembro deste ano. Dentre essa queda, os preços dos caminhões usados recuaram 7,15% no período analisado pela pesquisa. As vendas de micro-ônibus e ônibus também registraram queda nos preços de 4,17%. Logo em seguida veio os utilitários, com uma queda de 4,15% nos preços negociados no mês de setembro. Contudo, a maior redução ocorreu por parte dos automóveis, que registrou uma queda nos preços de 3,39% no mês de setembro deste ano.

Já o maior valor de um automóvel durante o período analisado foi de uma Ferrari modelo 2016, que foi avaliada em um total de R$ 3,9 milhões. O dono do veículo terá que desembolsar um total de R$ 159 mil somente de IPVA no ano que vem.

 

Luiz Carlos Trabuco comenta mudanças ocorridas em 2017

Após o processo de fusão com outra instituição financeira, em 2016, o Bradesco viu sua quantidade de correntistas enquadrados na categoria “alta renda” crescer notadamente neste ano (2017). Assim, a instituição financeira, entendendo a importância deste segmento, intensificará os olhares para o público de maior poder aquisitivo, criando uma área de atendimento exclusivo para a parte da clientela que se encaixa nesse perfil.

A responsabilidade de comandar o novo setor de atendimento fica por conta de Guilherme Muller Leal, que estava à frente da Diretoria Executiva de Corporate (área destinada à atenção de grandes empresas). Quem assume o posto, agora vago, de diretor do segmento de Corporate é Bruno Melo Boetger, que liderava o Departamento de Câmbio.

Em nota, o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, ressalta que a intenção é fortificar o relacionamento do banco com uma fração da clientela que pode ser estratégica para o desenvolvimento do país em um futuro próximo. De acordo com o presidente: “Não se poderá contar a história do setor bancário brasileiro dos próximos dez anos sem dar foco e atenção especializada ao segmento de alta renda”. Ainda segundo Trabuco: “A estabilidade econômica e o crescimento dela decorrente justificam a decisão estratégica que anunciamos”, destaca.

Guilherme Muller Leal é funcionário do banco há 18 anos. Graduou-se em ciências econômicas na Universidade Santa Úrsula, no Rio de Janeiro e obteve uma pós-graduação na PUC-RJ em finanças corporativas. Em seu currículo também constam cursos internacionais de especialização, voltados para o público executivo, com destaque para sua passagem na Wharton School, nos Estados Unidos. Já Bruno Melo Boetger ingressará na Diretoria Executiva da instituição após 10 anos de carreira. Boetger, que graduou-se em Administração na Fundação Getúlio Vargas, também estudou fora do país, na Universidade Cornell (EUA), onde obteve o título de mestre em finanças.

Os setores de Produtos e Varejo também sofreram mudanças em sua direção. Aurélio Guido Pagani, que estava à frente da Diretoria Executiva do segmento de Varejo, assumirá o comando da área de Produtos. João Carlos Gomes, que liderava o setor de Produtos, por sua vez, assumirá a responsabilidade pela área de Varejo. Segundo evidencia Luiz Carlos Trabuco Cappi, o corrente processo de mudanças no banco é benéfico e garante o aperfeiçoamento das carreiras dos executivos mais jovens: “Nossa meta é formar um grupo de lideranças que tenha capacidades múltiplas no negócio bancária”, conclui.

A presidência executiva também mudará

O atual panorama de modificações nas lideranças do Bradesco também atingirá o cargo mais alto da instituição. Presidente Executivo desde 2009, Luiz Carlos Trabuco Cappi deixará a posição atual em março de 2018, contudo, seu sucessor ainda não foi definido. O executivo passará a atuar como Presidente do Conselho da Administração, sucedendo Lázaro Brandão – também ex-presidente executivo e com mais de 70 anos de atuação na instituição. Graduado em filosofia pela UNESP, Luiz Carlos Trabuco Cappi, antes de assumir a presidência executiva do banco, obteve passagem de destaque no comando da divisão de Seguros do banco.

 

Instituições financeiros representaram R$ 64,6 bilhões para a safra 2017/2018

Uma injeção de R$ 64,6 bilhões vindos de instituições financeiras, destinados a médios e grandes produtores rurais, ajudaram na produção realizada entre os meses de julho e novembro de 2017, representando 34% do valor destinado pelo Governo Federal para o financiamento voltado à produção agrícola no país, equivalentes a R$ 188,4 bilhões.

Os dados relativo a esses valores estão dispostos no Relatório de Financiamento Agropecuário – Novembro, que tem como referência os cinco meses iniciais de liberação desses recursos referentes a safra 2017/2018. Esses números foram divulgados no dia 7 de dezembro deste ano, de acordo com a Mapa – Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

De acordo com Neri Geller, secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, “os financiamentos estão fluindo dentro da normalidade, porém com valores contratados 20,6% acima do mesmo período da safra anterior, quando foram aplicados R$ 53,5 bilhões. O destaque fica para os empréstimos de comercialização que cresceram 36% devido, sobretudo, aos preços de alguns produtos estarem em níveis inferiores àqueles praticados no período anterior”.

Essas instituições financeiras que repassaram os R$ 64 milhões, tiveram a liberação de 300 mil contratos para o financiamento que estão ligados à créditos de custeio, comércio e investimento e industrialização, que fazem parte de 268,5 mil operações realizadas no período anterior. Tais operações de comercialização, custeio e industrialização, buscaram a casa dos R$ 52,3 bilhões, o que representa uma alta de 17,9%. Diante das contratações nas modalidades de investimentos que estão ligadas a aquisição de maquinários e de implementos agrícolas para a produção, o valor atingido ficou na casa dos R$ 12,3 bilhões, uma alta de 33,6%.

De acordo com a LCA – Letra de Crédito do Agronegócio, o valor alcançado foi de R$ 12,3 bilhões em comparação com os R$ 7,2 bilhões alcançados no ciclo anterior. Um total de R$ 4,9 bilhões referentes a este valor, foram destinados às operações de custeio, comercialização teve o repasse de R$ 5,7 bilhões, e para industrialização foram repassados R$ 1,3 bilhões voltados para investimentos.

 

Como passar o natal e começar o próximo ano sem dívidas?

A época de fim de ano não é só tempo de alegrias, de paz e de celebrações, mas também de muito gasto. No natal, para realizar uma “senhora” ceia, comprar os presentes e fazer uma festa bonita gastamos muito dinheiro, e não satisfeitos, gastamos ainda no Ano Novo. Por isso, para garantir uma entrada de ano tranquila e sem muitos gastos,

Para se organizar, existem 5 passos que você precisa seguir para ter um cardápio riço e com muita variedade no natal, mas sem extrapolar nas contas.

Antes de tudo, pense na lista de convidados e até mesmo de agregados antes de pensar no menu, já que será um enorme desperdício se vive fizer 5 pratos principais, dois perus, 6 acompanhamentos e 3 sobremesas que serão apenas 6 pessoas na ceiatualidade. Por isso confirme todos que virão e faça apenas um pouco de comida a mais caso algum convidado inesperado apareça, assim, você se organiza de uma maneira melhor e economize fazendo um prato principal em grande quantidade que apeteça a todos, faça acompanhamentos que também costumem agradar como saladas e tipos de arroz, além de sobremesas com frutas da estação.

Para não continuar na mesmice se todo ano e conseguir inovar, manter algumas tradições e ainda assim economizar, busque receitas novas com ingredientes mais baratos, receitas estas que a Internet pode proporcionar. Muitas vezes trocar o tradicional por novidades, mesmo que mais baratas, pode ser a chave para um natal diferente, delicioso e criativo.

Agora você pode estar pensando, é interessante inovar, mas tem aquela receita que faço a hanos que vai bacalhau, nozes ou vinho, e que não estão baratos. Pois bem, se a receita tradicional não pode faltar, pesquise bastante em diversos mercados, já que a diferença de preço pode ser brutal de estabelecimento para estabelecimento.

Não é porque você é o anfitrião que precisa arcar com todas as despesas, por isso, peça para cada convidado contribua com alguma coisa (o que também impede que você fique na cozinha o dia todo preparando inúmeros pratos sozinho (a)) como bebidas, frutas secas ou sobremesas.

Para não haver desperdício e já auxiliar de maneira perceptível na economia calcule as porções, de acordo com a idade, por exemplo.

Seguindo estes passos é possível economizar, agradar a todos e ter um feliz natal sem começar o próximo ano endividado.