Otimização de processos: a sua empresa já fez isso?

Há muitas organizações deixando de ganhar dinheiro por não investirem em tecnologia. Pelo menos é isso que diz o estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), intitulado “Oportunidades para Indústria 4.0: aspectos da demanda e oferta no Brasil”. Esse termo, Indústria 4.0, que também é chamado de Quarta Revolução Industrial, começou a ser usado no ano de 2011. Ele se refere à aplicação de tecnologias para automação em empresas, que incluem computação em nuvem e internet das coisas.

Ainda está confuso com todos esses termos? Então veja mais sobre a otimização de processos e as vantagens trazidas por ela.

De acordo com as notícias sobre o tema, otimizar é aplicar técnicas ou fazer uso de ferramentas para tornar o processo ideal. A ideia da otimização de processos é lançar mão de alternativas que diminuam a perda de tempo, o desperdício de mão de obra humana e os gastos desnecessários. Esse pontos estão diretamente ligado à produtividade da empresa e ajustá-los ajuda a alcançar resultados melhores.

Além disso, a otimização permite uma melhor visualização do cenário da empresa, ajudando o gestor a tomar decisões mais assertivas e corrigir problemas de forma eficiente. Tudo isso só é possível com o uso de ferramentas atualizadas e eficazes, que façam um completo mapeamento de todos os setores.

Mas porque tudo isso é importante? A concorrência aumenta a cada dia e terá sucesso nessas disputas a empresa que tiver melhor controle dos seus processos e ações. Isso só é possível quando os dados são facilmente visualizados, possibilitando que o gestor veja a empresa como um todo e possa identificar as alterações necessárias.

Além disso, essa otimização permite que o colaborador gaste menos tempo executando atividades administrativas, o que resulta em aumento da produtividade, graças à desburocratização interna.

Empresas que são otimizadas conseguem alinhar os processos e focar no que realmente importa. Isso possibilita a implementação de estratégias organizacionais consistentes, focadas nos resultados desejados.

As novas tecnologias de entretenimento audiovisual

O modelo de entretenimento e forma de assistir filmes mudou bastante com o passar do tempo, já houve épocas em que as pessoas iam para estacionamentos com seus carros para assistir a um filme, faziam filas intermináveis nos cinemas, realizavam reservas de semanas para terem acesso a um filme nas locadoras, até que tudo se modernizou a ponto da TV a cabo nem mais sequer ser algo necessário na vida das pessoas, sendo em sua maioria trocadas pela Netflix, que é um serviço de streaming, a qual o assinante pode assistir ao filme, série e anime de preferência a qualquer momento e independentemente do periférico de preferência, que iria desde a um smartphone até a tela do computador, passando pelas moderníssimas Smart TVs.

Com a modernização e a forma cada vez mais cômoda que a tecnologia tem se instalado na vida das pessoas, as mesmas têm se tornado por sua vez vez mais individualistas e com vontade de ficarem o máximo possível reclusas, embora estejam mais conectadas por meio das redes sociais, que transparece uma antítese estarem mais egoístas ao invés de disponíveis. E seguindo isso, se nota que o uso constante e o crescimento do número de assinantes da Netflix têm promovido uma derrocada nas assinaturas de TV a cabo, já que as pessoas têm conseguido assistir seus filmes e séries pelo serviço de streaming que não necessita de um horário fixo para tal. E para tal, o que tem feito ainda a pressão em se ter uma TV a cabo são os planos de internet que insistem em fazer pacotes que incluam a “obrigatoriedade” de se ter um plano de canais e um plano de telefonia, por haver um maior desconto no final das contas, mas que espera-se que esse cenário diminua com o passar do tempo, pois acaba prendendo as pessoas nessas empresas sem o real desejo por parte do cliente.

Portanto, uma das notícias do site Tecmundo demonstra como o cenário das antigas formas de entretenimento tem feito para se manter atuais e conseguirem dar a volta nessa constante mudança de estilo de vida da população, que tem alternado de gosto mais rápido do que nunca visto anteriormente.

 

Empreendedorismo social versus ativismo social: qual é a diferença?

“Empreendedor Social” e “Ativista Social”: estes são dois termos que estão sendo usados ​​frequentemente em notícias ultimamente, dadas as recentes revoluções (nas quais a mídia social desempenhou um papel) e o impulso para o empreendedorismo na região.

No entanto, a definição de ambos os termos não é clara para muitos; você pode ver aqueles que se voluntariaram por algumas vezes para uma certa causa se autodenominando “empreendedores sociais”, enquanto aqueles que estabeleceram empreendimentos sociais para resolver problemas sociais reais às vezes se autodenominam “ativistas sociais”.

Então, quais são exatamente as diferenças entre os dois termos?

Quando uma pessoa percebe o seu interesse em uma causa, talvez advogando por ela sem dar um passo adiante, aumentando a paixão por ela, ou iniciando uma iniciativa para abordá-la, ela será chamada de ativista. Mas um ativista só pode se tornar um empreendedor social se desenvolver ainda mais seu ativismo em uma solução sustentável que lhes permita abordar os problemas em questão de maneira escalável e impactante. Diferentemente dos ativistas, os empreendedores sociais constroem organizações e seu trabalho não é limitado por um período de tempo (o final de uma campanha, etc.). Eles continuam cavando mais fundo e ramificando-se para ser mais inclusivo. Ativistas que se transformam em empreendedores sociais são aqueles que abordam uma causa social com uma abordagem diferente, que inclui mobilizar recursos, construir organizações e aplicar habilidades de negócios a problemas sociais.

Mas para dar uma perspectiva mais ampla, perguntei a algumas pessoas que estão muito envolvidas no cenário social no mundo árabe. Aqui está o que alguns modelos no empreendedorismo, empreendedorismo social e ativismo disseram quando lhes pedi que declarassem a diferença entre empreendedorismo social e ativismo:

Dina Sherif – Diretora Associada do Centro de Filantropia e Engajamento Cívico John D. Gerhart da Universidade Americana do Cairo : Acho que o empreendedorismo social é um negócio construído em torno do objetivo de resolver um desafio social. Em outras palavras, mudando a sociedade e ganhando dinheiro, o que é perfeitamente válido. A maioria dos empreendedores sociais são ativistas – seus modelos são voltados para a mudança. Os ativistas definitivamente não são sempre empreendedores sociais, mas muitas vezes são pessoas que só sabem falar, mas não necessariamente use a conversa para realmente fazer e mudar.

Macroeconomia vs. Microeconomia

Entre os muitos ramos da economia, duas das áreas mais conhecidas são o estudo da Macroeconomia e da Microeconomia. Os dois conceitos estão intimamente interligados e podem, às vezes, ser confusos. Este artigo fornecerá as explicações necessárias para diferenciar entre macroeconomia e microeconomia.

Macroeconomia. A macroeconomia refere-se ao estudo da economia com uma visão geral, observando conceitos como indústria, país ou fatores econômicos globais. A macroeconomia inclui a análise de conceitos como o Produto Interno Bruto (PIB) de uma nação, as taxas de desemprego, a taxa de crescimento e como todos esses conceitos interagem entre si.

Estudar e aplicar a macroeconomia é extremamente importante no nível do governo, pois a política e a decisão econômica e os regulamentos promulgados pelo governo podem ter um grande impacto em muitos aspectos da economia como um todo. Para demonstrar a teoria macroeconômica na prática, veremos brevemente como as taxas de juros se encaixam na política macroeconômica.

Um extenso estudo é dedicado a estabelecer as taxas de juros apropriadas em uma economia, onde o governo estabelece uma taxa básica e os bancos trabalham a partir daí. Se as taxas de juros aumentarem:

As pessoas podem economizar mais dinheiro à medida que obtêm um retorno melhor de seus depósitos.

As empresas investirão em menos expansão, uma vez que o dinheiro emprestado custará relativamente mais.

A moeda local aumentará em valor, porque agora os depósitos nessa moeda podem ganhar mais em comparação com outras moedas.

A inflação cairá, porque em geral a poupança está em alta e os gastos estão em baixa e as pessoas estão comprando menos.

O oposto seria esperado para cada ponto se as taxas de juros caíssem.

Isso fica muito complexo porque ‘relativamente subir’ ou ‘relativamente ir para baixo’ são relacionamentos muito frouxos e muitos fatores impactam a tomada de decisão também (isto é, impostos e taxas de emprego). Em seguida, o impacto das decisões políticas de outros países também deve ser considerado, pois afeta o que acontece com a economia de um país também.

Em teoria, a macroeconomia pode ser fácil porque, para cada mudança em uma figura relevante, pode-se supor que, se todos os outros fatores forem constantes, é o que aconteceria. Na realidade, todos os fatores estão mudando constantemente e a implementação de políticas macroeconômicas é muito difícil de gerenciar.

Estudo mostra futuro dos animais da Antártica com clima mais quente

Os efeitos gerados com o aquecimento global tem impactado o mundo inteiro com mudanças significativas. A Antártica está entre as regiões do planeta que mais sofre com esses efeitos. Por ser composta por um único ecossistema, a região poderá sofrer ainda mais com as mudanças climáticas temidas por muitos cientistas.

De acordo com notícias divulgadas pelo “Frontiers in Marine Science”, um novo estudo relacionou as alterações de temperatura no mundo com os efeitos que deverão ser observados na vida animal da Antártica. De acordo com os cientistas, o estudo tomou como base os principais efeitos e impactos que deverão ser observados com um clima cada vez mais quente. Além disso, o estudo considerou a redução do nível do mar e as mudanças em relação a disponibilidade de comida.

Todas essas considerações foram importantes para que o estudo compreendesse quais animais da Antártica sobreviveriam ao clima cada vez mais quente. O resultado do estudo apontou que apenas os predadores que vivem no assoalho marinho da Antártica sobreviveriam a essas mudanças climáticas, sendo eles: estrelas-do-mar, água-viva e outros animais desse tipo. Há ainda uma possibilidade de animais que se alimentam dos restos orgânicos também sobreviverem, como o ouriço-do-mar.

Considerando os que mais sofreram com essas mudanças está o krill, um tipo de crustáceo bastante pequeno que vive na Antártica. O desaparecimento das geleiras e dos blocos de gelos está entre as principais consequências geradas pelo aumento da temperatura na Antártica. Na parte inferior de todo esse gelo há diversos animais abrigados, como algas, que são alimentos dos krill. Com o desaparecimento dos krill, os pinguins-de-barbicha e outros animais como as baleias-jubarte passaram por uma redução drástica de alimento, o que impactará em extinção.

Já no caso do pinguim-imperador, um dos grandes símbolos da Antártica, a redução dos blocos de gelo irá interferir de forma muito negativa na reprodução desses animais, uma vez que eles utilizam esses locais para a reprodução. Sendo assim, eles enfrentarão grandes dificuldades para continuar a espécie em uma Antártica mais quente.

Os cientistas ainda resumiram no estudo que esses resultados não determinam com exatidão se todos esses fatos irão ocorrer, mas dão uma boa noção de como esses animais serão reduzidos se o aquecimento global não for refreado a tempo.

O que os empreendedores contribuem para a sociedade?

Os Fatores de Sucesso de um Empreendedor: O empreendedorismo é criativo e inovador. Embora as empresas sejam geridas com dinheiro, os empreendedores muitas vezes concentram-se muito mais do que seus lucros. Eles contribuem para a sociedade, liderando o caminho e encontrando soluções inovadoras para questões práticas, financeiras e sociais.

Empreendedores usam empresas para criar produtos, notícias e serviços que resolvem problemas de maneiras inovadoras. Como as empresas precisam obter lucro para sobreviver, os empreendedores não têm o luxo de serem impraticáveis. Seus produtos e serviços devem ser funcionais, e devem ser projetados para serem econômicos e para atrair pessoas suficientes para viabilizar a produção dos produtos. Embora os primeiros computadores tenham sido criados em ambientes governamentais e universitários, foi necessário um empreendedor para adaptar a ideia a uma forma que tivesse amplo apelo e praticidade. Da mesma forma, os governos podem exigir padrões ambientais que forcem indivíduos e empresas a atingir um nível limiar de sustentabilidade. Mas quando os empreendedores introduzem produtos que são genuinamente atraentes e fornecem soluções ambientais reais.

Quando empreendedores iniciam negócios de sucesso, eles criam empregos que contribuem para a prosperidade generalizada. Ao contrário das grandes empresas, que frequentemente desviam os lucros para sedes corporativas centralizadas em cidades distantes, as pequenas empresas mantêm os dólares locais perto de casa. Suas empresas de sucesso criam empregos, e esses empregos pagam trabalhadores da vizinhança, que, por sua vez, reinvestem seus salários nas economias locais. Esse reinvestimento cria um ciclo de feedback positivo: à medida que as pequenas empresas prosperam, seus funcionários também prosperam e seu aumento de gastos abre o caminho para que um número maior de pequenas empresas possa contratar e pagar mais trabalhadores. As empresas locais também costumam priorizar o apoio a empreendimentos e organizações locais, como clubes escolares e equipes esportivas. Esses patrocínios são oportunidades ganha-ganha.

Os empresários pensam fora da caixa. Essa capacidade de pensamento livre ajuda a evitar a homogeneidade cultural, que poderia ocorrer se todos trabalhassem para os mesmos grandes negócios e compartilhassem os mesmos valores. Os trabalhos corporativos tendem a recompensar os trabalhadores que trabalham em longas horas e não questionam as políticas da empresa.

O pensamento empreendedor abraça risco e fracasso

O setor social nunca sofreu fracassos – os protocolos de financiamento, a percepção do público, notícias e o significado dos problemas abordados contribuíram para um ambiente adverso ao risco. Mas as ideias que impulsionam mudanças dramáticas são proposições inerentemente arriscadas e apresentam o potencial para falhar. O pensamento empreendedor reconhece essa incerteza e a aceita como um impulsionador necessário do progresso.

Várias organizações dirigidas por líderes com mentalidade empreendedora foram pioneiras em novas ideias que as colocam em risco de enormes perdas potenciais. Por exemplo, o Prison Entrepreneurship Program e Defy Ventures apostaram no potencial dos ex-presidiários de se tornarem líderes de negócios experientes. Igualdade de Imigração e Escuteiros para a Igualdade enfrentaram preconceitos e tradições profundamente arraigados dentro e contra a comunidade LGBT. A Partners in Health viajou para um mundo desconhecido e subdesenvolvido para construir um hospital médico. Invisible Children lidera uma luta contra um warlord, mobilizando millennials e Liberty na Coréia do Nortefacilita a transição de refugiados da Coreia do Norte para a Coreia do Sul. Essas missões são grandes e ousadas e perigosas, mas a recompensa vale muito a pena. O pensamento empreendedor é grande.

Grandes problemas exigem grandes soluções. Os empreendedores são motivados por uma mentalidade de “vá em frente, em casa” em tudo o que fazem, e é por isso que o pensamento empreendedor é necessário mais hoje do que nunca. A mudança incremental não é suficiente, eles exigem mudanças monumentais em direção a um final de jogo audacioso.

Por exemplo, quando o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, lançou o Desafio Fome Zero em 2012, a comunidade global foi forçada a pensar grande. O Desafio foi uma chamada à ação para governos, setor privado, ONGs e o público para eliminar a fome em nossas vidas . Organizações como a Aliança para Acabar com a Fome, a Aliança Global para Melhor Nutrição, o Fundo One Acre, o Programa Mundial de Alimentos, a Visão Mundial, e várias agências e departamentos da ONU, intensificaram seus esforços.

O objetivo declarado de “fome zero” é audacioso, mas, como afirmou Ertharin Cousin, diretor executivo do Programa Mundial de Alimentos, “você não deve fazer esse trabalho se não for audacioso”.

Desenvolvimento de Empreendedorismo: O que é?

O desenvolvimento do empreendedorismo é o processo de melhorar as habilidades e o conhecimento dos empreendedores por meio de vários programas de treinamento e sala de aula. O objetivo do desenvolvimento do empreendedorismo é aumentar o número de empreendedores.

Ao fazer isso, o ritmo em que novas empresas ou empreendimentos são feitos fica melhor. Em um nível mais amplo, isso abre espaço para o emprego e melhora a economia de um negócio ou país. Os passos abaixo explicarão como criar um programa eficaz de desenvolvimento de empreendedorismo e como melhorá-lo.

Delinear os objetivos do programa e focar no desenvolvimento do empreendimento

O desenvolvimento do empreendedorismo visa indivíduos que desejam iniciar ou possivelmente expandir um negócio. O desenvolvimento do empreendedorismo também se concentra muito em melhorar as idéias e o potencial de um empreendedor.

Os objetivos de um programa devem ser claramente explicados, caso contrário, o programa nunca atingirá todo o seu potencial. O desenvolvimento de um empreendimento também deve ser descrito no programa. Sem esses dois, não haverá meta clara.

Selecione pessoas educadas que tenham alto potencial empreendedor. Um programa de desenvolvimento de empreendedorismo exige que várias pessoas sejam selecionadas. No entanto, a maioria dos programas tende a procurar um grupo específico de pessoas instruídas em vez de segmentar todos. Idealmente, você tem que olhar para a educação e os traços que você está procurando, em um empreendedor, e combiná-los com as pessoas que se candidataram ao programa.

A maioria das pessoas diz que os fundos públicos devem ser gastos em pessoas que precisam de mais ajuda. Os recursos de um programa de desenvolvimento de empreendedorismo são geralmente (e infelizmente) limitados. Portanto, é melhor escolher pessoas que se mostrem realmente úteis e beneficiem toda a comunidade.

Selecione pessoas sem instrução que tenham alto potencial empreendedor. Um projeto de desenvolvimento do empreendedorismo feminino no Nepal foi recentemente conduzido. Descobriu-se que as mulheres que não conseguiam satisfazer as necessidades essenciais de sua família ou de si mesmas estavam geralmente mais ansiosas para aprender sobre maneiras diferentes de ganhar dinheiro em comparação com as mulheres que estavam em melhor situação. No entanto, essas mulheres geralmente enfrentam muitos problemas.

Guilherme Paulus abrirá mais um hotel de luxo em SP

Guilherme Paulus investiu mais uma vez no setor da hotelaria. Membro do Conselho da CVC Corp e presidente da GJP Hotels e Resorts, ele irá abrir hotel de luxo na avenida Cidade Jardim, em São Paulo, no local onde ficava a agência de publicidade DPZ. A novidade foi divulgada em agosto de 2018.

O empreendimento deve ter 65 apartamentos, além de restaurante, espaço para eventos e rooftop. Sua construção deve ser concluída entre 2020 e 2021. A bandeira do hotel ainda não foi divulgada, mas deve ser criada uma nova marca do grupo GJP. Essa nova marca pode também contar com empreendimentos no Rio de Janeiro, como o que acontece com os hotéis Emiliano. Até então, os principais hotéis de luxo da GJP localizam-se na Serra Gaúcha. O grupo também conta com as marcas Prodigy e Linx.

Ainda este ano, Guilherme Paulus também participou da palestra Empreendedorismo, realizada no terceiro encontro Você Com o Presidente, promovido pela ADVC/RS. A palestra aconteceu em setembro de 2018. Guilherme Paulus foi responsável por transformar uma pequena agência do interior de São Paulo na conhecida CVC, que teve faturamento de R$ 3 bilhões em 2017 e foi responsável pelo transporte de 2,6 milhões de pessoas em viagens pelo Brasil e pelo mundo, de avião, transporte aéreo e marítimo.

Guilherme Paulus já foi homenageado e premiado por chefes de Estado em todo o mundo. Na palestra, ele pode conversar com empresários dos mais diversos segmentos para transmitir conhecimento e inspirar cases de sucesso. Ele já atua na indústria há mais de 40 anos.

Paulus começou a trabalhar na Casa Faro Turismo, em 1971, como agente de viagem. Já em 1972, fundou a CVC, iniciando as atividades em Santo André, São Paulo. A empesa foi aberta com o sócio e então deputado Carlos Vincente Cerchiari. Em 1974, Cerchiari vendeu sua parte na sociedade e Paulus continuou no setor. Atualmente, a CVC é a maior agência de viagens da América Latina e uma das dez maiores de todo o mundo.

Além da CVC, Paulus é dono da GJP Hotéis & Resorts, que conta com 12 hotéis e resorts em território nacional, e, em 2006, comprou a companhia aérea Webjet, que na época tinha uma aeronave e virou a terceira maior companhia aérea nacional. A Webjet foi vendida para a Gol em 2011. Em suas décadas de história, a CVC inovou no mercado várias vezes, como quando foi a primeira operadora do Brasil a fretar aeronaves. A empres também inovou ao parcelar a venda de pacotes e oferecer preços acessíveis aos mais diversos tipos de consumidores.

Além dos empreendimentos de sucesso, Guilherme Paulus também conta com prêmios em seu currículo. Ele já ganhou honrarias como a Medalha de Honra Presidente JK, pelo Governo de Minas Gerais, título de Executivo de Valor (Valor Econômico) em 2007 e 2010, Personalidade do Ano em 2003, 2004 e 2005 (Viagem e Turismo, Editora Abril) e empresário Revolucionário das Relações de Consumo (revista Consumidor Moderno). Em 2011, a CVC recebeu, pela décima primeira vez consecutiva, prêmio de Melhor Operadora de Turismo.

O o complexo hoteleiro Serrano Resort Convenções & Spa, localizado em Gramado (Rio Grande do Sul) e considerado o melhor hotel de serra do Brasil, também tem gestão de Paulus, assim como o hotel Alpenhaus Gramado e o castelo Saint Andrew.

Drones causam atrasos em voos no aeroporto de Londres

O Aeroporto de Gatwick, o segundo mais importante do Reino Unido em fluxo de voos, teve vários cancelamentos antes do Natal devido a presença de drones que estavam sobrevoando o seu espaço aéreo, o que acabou prejudicando milhares de passageiros que pretendiam viajar nessa época do ano.

Diversos aviões não tiveram como levantar voo, o que causou atrasos e mudanças de programação, fazendo com que vários voos fossem encaminhados para outros aeroportos da região. Ao todo, cerca de 20 mil pessoas foram afetadas por esse problema, sem mencionar o enorme custo operacional para as empresas aéreas prejudicadas.

Todos os dias, mais de 100 mil passageiros passam pelo Aeroporto de Gatwick, o que destaca a sua importância. De acordo com Chris Woodroofe, que é o gerente-chefe de operações do local, a polícia britânica já havia sido acionada para investigar o caso e identificar os responsáveis por operar os drones dentro do espaço aéreo do aeroporto.

Através de suas páginas nas redes sociais, o Aeroporto de Gatwick se desculpou com as pessoas prejudicadas e ressaltou que os cancelamentos e atrasos eram inevitáveis para manter a segurança de todos. Além disso, o aviso aconselhou os passageiros a checarem o status de seus voos antes de saírem de casa, para evitar idas em vão ao local.

Nos últimos anos, a comercialização em massa de drones tem causado grande preocupação à indústria da aviação, além de impactos inesperados. Somente no Reino Unido, o número de colisões entre aeronaves e drones que foram evitados triplicou entre os anos de 2015 e 2017, de acordo com a Airprox Board.

Nesse caso envolvendo o Aeroporto de Gatwick, houveram diversos relatos sobre a presença de drones a partir das 21h. Isso levou o aeroporto a solicitar a garantia da polícia para reabrir as pistas afetadas, o que ocorreu cerca de três horas depois. Contudo, um pouco mais tarde os drones voltaram a ser vistos, o que causou um novo fechamento.

Segundo as notícias locais, a polícia de Sussex reforçou que estava investigando o caso e pronta para auxiliar as equipes de segurança do aeroporto com o que fosse necessário. Apesar das justificativas, os atrasos causaram revolta em muitos passageiros, que utilizaram suas redes sociais para se expressar contra o ocorrido.