Setor de vendas dos supermercados registrou queda de 0,5% no mês de julho

Os dados econômicos para o setor de vendas supermercadistas do Brasil não foram tão satisfatórios no mês de julho. A Associação Brasileira de Supermercados – Abras, revelou que o setor teve uma queda de 0,5% no mês de julho já contabilizado em valores reais, sem a taxa da inflação. A queda foi em comparação ao mesmo período do ano passado, revelando um lento ritmo de retomada da economia.

No entanto, quando as vendas foram comparadas ao mês anterior, no caso o mês de junho, as vendas tiveram um aumento significativo de 4,21%, segundo os dados relatados pela Abras.

Dentre as regiões brasileiras todas elas apresentaram queda nas vendas do setor mediante ao mês de julho do ano passado. No entanto, a região Sudeste foi a que teve o maior impacto nas quedas, sendo o responsável por cerca de 2,13% do recuo.

Quando o setor foi avaliado mediante ao acumulado do ano até o mês de julho, os dados foram mais satisfatórios. A Abras revelou que o Índice Nacional de Vendas apresentou uma alta para o setor em até 0,73% desde o mês de janeiro até o mês de julho.

A Abras, responsável por determinar esse desempenho econômico do setor, avaliou que os impactos causados no setor têm grande influência a situação econômica do país, que atualmente pode ser chamada de macroeconômica.

João Sanzovo Neto, que é presidente da Associação Brasileira de Supermercados, disse: “A recuperação da economia ainda é lenta, a taxa de desemprego, embora esteja em queda, ainda atinge mais de 13 milhões de brasileiros economicamente ativos”.

Mesmo com os dados negativos em relação ao mês de julho, a associação ainda prevê um aumento significativo para o setor até o fechamento anual de 2017. “Para os próximos meses, acreditamos em um resultado superior ao acumulado até o momento”, revelou o presidente da associação.

O fato é que como todos nós já sabemos, a crise econômica tem afetado diversos setores, dentre eles o de vendas é o que mais foi afetado nos últimos anos. Isso porque com menos dinheiro no bolso a população tende a gastar menos, inclusive com a compra nos supermercados.

 

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