Você sabe como declarar a poupança no Imposto de renda?

Você tem um bom saldo na poupança e não sabe como declarar no Imposto de renda? Não é necessário se desesperar, é muito fácil declarar esse rendimento no Imposto.

A primeira coisa a se fazer é declarar o saldo da caderneta de poupança nos “bens e direitos”, já que a Receita Federal considera essa quantia um bem.Após fazer isso, é necessário ir nos “Rendimentos Isentos e não tributáveis” e declarar os ganhos monetários com a poupança.

O lucro obtido com a poupança é isento do IR.

O saldo exato dos anos anteriores pode ser encontrado no informe de rendimentos fornecido pelo banco através do correio, da internet ou pessoalmente na sua agência bancária.

Receber o informe com os valores exatos é imprescindível para facilitar o preenchimento da declaração, já que qualquer diferença entre os dados fornecidos pela agência bancária e os dados oferecidos pelo contribuinte levam a declaração a ser barrada na malha fina, o que causa muita “dor de cabeça” e preocupação para as pessoas, por um erro bobo.

De acordo com a Receita Federal, você só é obrigado a declarar os rendimentos na poi pança em dois casos. No primeiro caso, a regra indica que detinha até 31/12/2016 a posse ou a soma de mais de 300 mil reais. Ou seja, quem possuía esse valor ou bens que somam esse valor até a data citada, são obrigados a declarar.

Já a segunda regra está relacionada aos rendimentos Isentos. Quem recebe mais de 40 mil reais de rendimentos isentos no ano anterior é obrigado a declarar. Então se você tinha um montado na poupança que gerou um lucro de mais de 40 mil reais, mesmo estando isento em outros casos, você é obrigado a declarar.

Por fim, o contribuinte que se encaixa em uma das duas regras, só está liberado da declaração caso seja colocado como dependente na declaração de um terceiro.

 

A economia cresce quando existe redução no preço do combustível, segundo um estudo

Em 2013 houve uma redução no ICMS – Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – do combustível de aviação decretado pelo GDF – Governo do Distrito Federal. Essa redução foi de 25% chegando a 12% e o impacto positivo pode ser sentido. Logo após isso, o QAV – Consumo do Querosene de Aviação – teve um aumento de 75% em seu consumo pelas empresas de aviação. Houve também um aumento na arrecadação de 23% e a partir disso, o efeito cascata foi inevitável. Mais voos começaram a surgir chegando a 200 novas rotas criadas com a participação de mais companhias.

Os números de embarques aumentaram em relação à média nacional, pulou de 0,47 para 3,2, sendo que no DF – Distrito Federal – é onde se concentra mais o setor de transporte aéreo, 11% do total vem de forma direta do local, sendo que também gera receita de forma indireta. “É um ciclo virtuoso: a geração de novos voos cria novos empregos, novos pontos comerciais, negócios e movimenta a economia local”, diz o presidente da Inframerica, Jorge Arruda.

Um estudo econômico realizado por Gesner Oliveira, responsável pela elaboração do estudo junto a GO Associados, e solicitado pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas – Abear – com o intuito de revelar que a possibilidade de alavancagem da economia e os impactos que isso gera de um modo geral, são comprovados. O estudo revela que a cada R$ 1 na redução de impostos sobre o combustível, o retorno é grande e varia de R$ 8 a R$ 11 em certas regiões do país agregando mais arrecadação e gerando mais mão de obra.

Também foram revelados dados sobre a arrecadação em 2013 no setor de aviação aqui no Brasil, que chegou a R$ 312 bilhões do total arrecadado no país. Esse número de arrecadação é de 3,1% de toda a participação do mercado brasileiro. Esse percentual de crescimento é diretamente proporcional a outros setores agregados, como o setor de turismo com a geração de mais renda e oportunidades de emprego para o setor. As exportações e importações também deram um grande salto, sendo que foram transportados mais produtos com um aumento de 0,4% no Brasil.

Esse impacto positivo não se resume só ao país, fora dele também foram contabilizados números de crescimento e arrecadação de 3,5% do total arrecadado no mundo. O setor de aviação aqui no Brasil só fica atrás de países como a China, que devido ao sua grande produção anual e exportação para os Estados Unidos, supera o Brasil, e o Estados Unidos que tem um fluxo aéreo maior. Nesse caso o Brasil contribui com 3% do fluxo de transporte aéreo em todo o mundo, sendo um dos grandes responsáveis pelo transporte de passageiro.

 

Gerenciamento de equipes a distância melhora produtividade

O trabalho remoto já é uma realidade no mundo todo, e é uma forma de empresas de todos os segmentos e portes para otimizar recursos. Além da economia gerada pela gestão de equipes remotas, os executivos responsáveis pelo gerenciamento percebem melhora na qualidade de vida.

Tal melhora reflete também nas pessoas sob sua supervisão. O que acontece é que, além de evitar deslocamentos, o trabalho home based (a partir de casa), requer maior autonomia. Segundo a diretora de marketing Eliane Iwasaki, a maior vantagem é justamente a menor necessidade de microgerenciamento que o trabalho a distância possibilita.

Ou seja, por exigir profissionais mais independentes e com capacidade de autogestão, gerentes de todos os níveis também são menos sobrecarregados. Desta forma, eles podem concentrar esforços em outras atividades mais produtivas, como inovação e em formas de aprimorar processos.

Sobre o ritmo de adesão das empresas brasileiras ao modelo de gerenciamento remoto de equipes, Joel Dutra explica que deverá levar pelo menos 15 anos até que se perceba a massificação do modelo.

Joel é coordenador do Programa de Estudos em Gestão de Pessoas (Progep) da Fundação Instituto de Administração (FIA) e acredita que executivos que procuram trabalhar com equipes remotas buscam maior qualidade de vida. Isso inclui distanciar-se das grandes metrópoles e seus conhecidos problemas com trânsito e alto custo de vida.

O home office, como também é conhecido o trabalho a partir de casa, é uma tendência que ganha cada vez mais força.

Um estudo da Sure Payroll constatou que as reuniões inesperadas e colegas de trabalho desagradáveis são os principais problemas do trabalho nas empresas.

Para 86% dessas pessoas, trabalhar sozinho ajuda a aumentar a produtividade. Entre os gerentes, dois terços dos entrevistados afirmou que percebeu melhora na performance de suas equipes com o trabalho remoto.

As vantagens vão além do aumento na produtividade. Estudo da PGI concluiu que, para 80% dos empregados no regime home office, houve melhora na autoestima, graças a um sentimento de moral elevada.

Portanto, como se pode perceber, trabalhar a distância é uma tendência, mas que com o tempo deverá ser a regra para empresas de todos os níveis.

 

A trajetória bem-sucedida do executivo à frente da incorporadora JHSF, José Auriemo Neto

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José Auriemo Neto, ou apenas Zeco para os mais próximos, desde criança já era considerado como precoce, tendo em vista que começou a andar e falar antes do normal. Em sua vida adulta, ele permaneceu com essa característica, se tornando um dos principais executivos do país com apenas 27 anos, idade com que se tornou presidente da incorporadora JHSF.

Quando adolescente, Zeco já apresentava um espírito empreendedor, se aventurando em atividades variadas ao longo dos anos. Essa característica o levou a fazer parte da Convivência Internacional de Jovens (Cisv), sediada no Japão, e também a morar por algum tempo na Noruega, onde participou de uma liga de futebol amadora. Além disso, ele ainda chegou a treinar hipismo com o reconhecido treinador Nelson Pessoa Filho.

Aos 17 anos, José Auriemo Neto tomou a decisão de estudar Engenharia na Faap (Faculdade de Engenharia de São Paulo). Já próximo ao final da faculdade, ele aceitou que não era essa a profissão que vislumbrava para si e optou por abandonar o curso. Logo depois, ele começou a trabalhar na empresa de seu pai, Fábio Auriemo, e se envolveu de forma definitiva na administração da JHSF.

Desde a década 90, a incorporadora JHSF já estava investindo pesado no ramo da incorporação de imóveis, estratégia que possibilitou o desenvolvimento rápido e contínuo da corporação, e a estabeleceu entre as maiores do Brasil no segmento. Atualmente, a empresa conta com projetos nas cidades de São Paulo, Salvador, Manaus e Punta del Este, com foco especial na incorporação de torres comerciais e shoppings centers, como é o caso do Shopping Metrô Tucuruvi, que fica em São Paulo.

Após assumir o cargo de liderança da JHSF, José Auriemo Neto dedicou uma atenção especial ao ramo da incorporação de luxo. O projeto de maior destaque da empresa nesse segmento foi a construção do Parque Cidade Jardim, um imenso complexo de alto padrão, que por conta de sua localização, na Marginal Pinheiros, foi visto por muitos especialistas como inadequado para receber uma construção desse porte.

Mesmo com essas opiniões adversas, o executivo acreditou nesse projeto e apostou na compra do terreno, o qual tem aproximadamente 80 mil metros quadrados. Desse modo, José Auriemo Neto acertou ao investir no Parque Cidade Jardim, considerado atualmente como um dos complexos imobiliários mais modernos e luxuosos da capital paulista. Nele, estão um grande shopping center de luxo, que conta com mais de 150 lojas, nove prédios residenciais, quatro edifícios comerciais e um prédio onde parte dos andares são residenciais e o restante funciona como sede de um hotel da rede Fasano.

Além de bem-sucedido em sua vida profissional, José Auriemo Neto também conta com uma vida pessoal igualmente próspera. Casado há anos com a administradora Mariana Landmann Auriemo, os dois são pais de um casal de filhos, Antônio e Olivia. Apesar de sua rotina de trabalho intensa e cheia de compromissos, o executivo da JHSF tenta sempre dedicar seu tempo livre a família, aproveitando também para jogar golfe, seu esporte preferido atualmente, sempre que possível.

 

Dicas simples para não perder dinheiro na crise

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A crise afeta a vida financeiro de milhões de brasileiros e para passar por ela sem maiores complicações, sem se endividar e sem perder dinheiro é necessário prestar atenção em algumas coisas.

Organizar-se é essencial e começa de uma maneira bem simples, apenas analisando sua situação financeira, colocando na ponta do lápis todas as suas despesas e receitas mensais.

Manter-se informado sobre a situação econômica é imprescindível para que suas compras e suas decisões financeiras sejam tomadas com cautela. Procure estar bem informado, e acompanhe vários veículos, para não se prender em uma única visão e se deixar levar pelo pessimismo.

Avaliar sua situação de maneira realista, prospectar o futuro do seu setor de atuação e se possíveis investimentos podem ser afetados. Essas avaliações podem ser o remédio para um dos piores vilões das finanças, a autoconfiança, que leva as pessoas a acharem que todos podem se endividar ou perder o emprego, mas você não.

Ter um plano B, tanto para o desemprego, quanto para tudo na vida, é essencial para não se endividar e perder meses e meses procurando um emprego, sem qualquer perspectiva.

Aplicações na bolsa, ou no Tesouro Direto podem ser boas opções para manter um fundo para quando for necessário. Porém, é importante salientar que para não perder dinheiro é preciso estudar o mercado e prestar atenção na área que se quer investir.

Eliminar dívidas o quanto antes, gastar de maneira inteligente, comprando apenas coisas que você realmente precise. Adapta possíveis planos e sonhos, para não perder dinheiro ou se endividar em demasia. Analisar possíveis sentimentos que podem te levar a gastar mais ou gastar de maneira desnecessária, aqueles famosos itens supérfluos que podem ser postergados. Todas estas ações são necessárias para evitar perder dinheiro e organizar-se.

Procurar por investimentos, para em oportunidades benéficas aproveitar. E com todas estas mudanças, criar bons hábitos financeiros e aplica-los para o resto da vida, com ou sem crise financeira. E especialistas alertam que uma boa educação financeira não se trata de entender a taxa selic e sim manter bons hábitos financeiros no dia-a-dia.

 

Taxa de conveniência pode ser cobrada ou não?

Na hora de comprar um ingresso para um show ou um evento, é comum visualizar no momento de fazer o pagamento um percentual embutido, chamado de “taxa de conveniência”.

Embora sua cobrança seja bastante difundida e até aceita por boa parte dos consumidores sem muitas reclamações, tal prática fere o CDC, o Código de Defesa do Consumidor.

Isso porque a taxa de conveniência só pode ser cobrada caso ofereça de fato algum tipo de serviço além daquele que está sendo adquirido. Há percentuais cobrados que chegam a 20% do valor total do ingresso, o que é abusivo, conforme diz a lei.

Se ao comprar a entrada o consumidor precisar retirar o ingresso em algum lugar, a taxa de conveniência não pode ser cobrada. Outro tipo de cobrança abusiva de acordo com o Procon SP, portanto contra a lei, é a da taxa de entrega ou de impressão.

Da mesma forma, o valor do ingresso deve ser igual para todos, sem o acréscimo de percentuais sobre o setor ou a quantidade de unidades compradas.

Portanto, pode parecer normal que se aceitem essas taxas, já que são cobradas desde sempre, sem que aparentemente nada mude. De acordo com o supervisor Bruno Stroebel, do Procon paulista, o que as pessoas devem fazer caso se deparem com as cobranças abusivas é denunciar a prática junto ao órgão de defesa do consumidor da sua região.

Na capital paulista, a denúncia pode ser feita até pela fanpage do órgão. Também são aceitas denúncias feitas pelo site do Procon ou pelo telefone 151.

O tema ainda é bastante controverso. Se por um lado existem diversas decisões judiciais e a própria atuação do Procon para resguardar os direitos do consumidor, por outro há outras decisões de juízes favoráveis à cobrança extorsiva de taxas sem nenhuma contrapartida.

Foi o que aconteceu no Rio Grande do Sul, onde uma decisão da 16ª Câmara Cível em 2016 entendeu que era legal a cobrança de taxa de conveniência por uma empresa caso venda ingressos pela internet.

Luiz Carlos Trabuco e as ações como presidente do Bradesco

 

Umas das primeiras ações de Luiz Carlos Trabuco, quando assumiu a presidência da empresa em que atua – há cerca de 48 anos – lá em 2009, foi buscar a renovação dos quadros de liderança, conversando com executivos de todos os escalões da instituição. O atual presidente do Banco Bradesco também procurou estabelecer rituais para dar autonomia aos que eram promovidos. Avisados por Trabuco de que “quem recebe o microfone deve ter o que falar, passar uma mensagem, vocalizar posicionamentos, uma estratégia e um plano de ação”, os que ascendiam no grupo eram reunidos no Salão Nobre da companhia e recebiam o direito da palavra.

A busca por profissionais do mercado foi a renovação promovida Luiz Carlos Trabuco no banco. O diretor-executivo responsável pelo Bradesco BBI, Renato Ejnisman, que atuou no Bank of America e BankBoston, é um exemplo disso.

Mas o destaque, de fato, de Trabuco na liderança do Banco Bradesco foi cerca de dois anos atrás, em agosto de 2015 – trata-se de um dos lances mais ousados do executivo à frente da instituição bancária. Ele comprou a filial brasileira do HSBC por US$ 5,2 bilhões, no maior negócio no Brasil naquele ano.

Foi desta forma, inclusive, que a instituição bancária se manteve na briga pelas primeiras colocações no ranking de ativos – ainda que a luta para alcançar novamente a liderança nesse ranking não fosse o principal objetivo de Trabuco no momento em que assumiu a presidência da empresa. Em 2009, o banco recém havia perdido a posição de primeiro lugar no mercado. Na época, cautelosamente, Luiz Carlos Trabuco declarou – “A liderança em si não é um objetivo […] Nosso objetivo é fazer o melhor trabalho nos municípios que atendemos ”.

A visibilidade como presidente não tem sido pouca – a estratégia da compra do HSBC, por exemplo, também rendeu ao homem mais poderoso do Bradesco o título de Empreendedor do Ano de 2015 nas Finanças pela ISTOÉ Dinheiro – uma revista brasileira de economia e negócios publicada pela Editora Três.

Mas, engana-se quem pensa que os prêmios não aconteciam antes. Durante seus anos de carreira, Luiz Carlos Trabuco já recebeu, por exemplo, o troféu Personalidade de Seguros do Ano duas vezes – a primeira foi em 2003, logo que assumiu o comando como presidente do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência. A segunda foi em 2007, por conta dos quatro anos da gestão de Trabuco no comando da seguradora. Na ocasião, o prêmio foi entregue pelo Presidente da Camaraseg, Pedro Barbato Filho, representando o Presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP), Leoncio de Arruda.

Ainda, em 2009, Luiz Carlos Trabuco esteve presente na lista das 100 personalidades mais influentes do Brasil, publicada pela revista Época.  Nela, os membros foram selecionados por se sobressaíram pelo poder, pelo talento, pelas realizações ou pelo exemplo moral. A redação da revista foi a responsável pela escolha dos participantes – com a ajuda de milhares de leitores e de especialistas de diversas áreas. O executivo integrou a categoria “Empreendedores & Pioneiros”.

 

Nestlé repete a mesma situação que originou o Nescafé após crise de 1929

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A relação da Nestlé, uma multinacional de origem suíça, com o mercado brasileiro, já está bem perto de completar 100 anos. Afinal de contas, tudo começou lá pelo ano de 1921, quando houve a inauguração, no interior de São Paulo, mais precisamente na cidade de Araras, daquela que entraria para a história como a primeira fábrica da Nestlé do Brasil, ou seja, um símbolo da entrada desse grupo em nosso país.

A partir daí, o mercado brasileiro começou a ter a sua devida importância em toda a trajetória que essa gigante suíça percorreu desde lá, até chegar ao seu status de hoje, como uma das maiores multinacionais do planeta, presente em vários países. Todavia, é importante ainda destacar, sobre a relação de quase um século entre a Nestlé e o Brasil, um dos seus principais marcos, ocorrido ainda na década de 1930, quando só havia passado uma década desde a já citada inauguração. É que ocorreu dessa companhia ter a necessidade de criar uma solução capaz de escoar o volume excedente de café estocado, por um pedido do próprio governo local, dada a realidade da recente quebra de Wall Street. Para quem não entendeu, basta lembrar que uma das consequências da crise de 1929, foi um colapso nos preços desse produto em questão, cujo o nosso país atuava como o seu maior exportador, e a nível mundial.

E não é que essa necessidade teve como fruto o lançamento do Nescafé. Sim, foi por conta dessa situação que, em 1938, eles lançaram um café solúvel que seria emblemático até os dias de hoje, estando incluído no portfólio global da empresa, inclusive, e como um dos destaques, diga-se de passagem.

Pois então, contado um pouco dessa história envolvendo a empresa e o produto em questão, passemos para cerca de oito décadas depois disso, quando, novamente por conta de uma realidade de crise, o Nescafé retorna a ser foco central dos negócios da Nestlé. Afinal, é reconhecido pelo próprio presidente da empresa no país, Juan Carlos Marroquín, que, atualmente, é necessário o quádruplo do trabalho de antes, para que sejam mantidos os mesmos resultados, ou seja, a mesma faixa de lucro. E quando disse isso, Marroquín estava referindo-se à quarta operação global da Nestlé, que durante o ano passado, 2016, chegou a ter um faturamnto de aproximadamente R$ 13 bilhões. Assim, ele concluiu então sobre a necessidade da empresa de reinventar-se constantemente, sem deixar de focar naquelas categorias tidas por eles como “as vencedoras”.

Especificando melhor essa iniciativa de “reinvenção” por parte da Nestlé, podemos citar o blend de café torrado recentemente lançado sob a marca Nescafé Espresso, do tipo que, além de 100% arábico, também deve ser moído no momento do preparo. E outro detalhe de favorecimento à produção da Nestlé nacional para a rede global da empresa, é que esses grãos estão sendo produzidos na fábrica de Arara, enquanto oriundos do Sul de Minas Gerais. Assim, trata-se da primeira fábrica brasileira da Nestlé que é responsável então por exportar o Nescafé solúvel para várias localidades do nosso planeta, mais precisamente, em torno de 40 países.

Por fim, é vale pontuar também que estamos sendo, enquanto país, e a nível de industrialização, os pioneiros nessa entrada da marca Nestlé no ramo de cafés em grão.