Recursos Econômicos: tipos e definições

A terra é um recurso econômico que inclui todos os recursos físicos naturais, como ouro, ferro, prata, petróleo, etc. Alguns países têm recursos naturais muito ricos e, ao utilizar esses recursos, eles enriquecem sua economia até o pico.

Tal como o desenvolvimento de petróleo e gás do Mar do Norte, na Noruega e na Grã-Bretanha, ou a alta produtividade de uma vasta área de terras agrícolas nos Estados Unidos e no Canadá. Alguns outros países desenvolvidos, como o Japão, possuem recursos econômicos menores . O Japão é a segunda maior economia do mundo, mas depende do petróleo importado.

A entrada humana no processo de produção ou fabricação é conhecida como trabalho . Os trabalhadores têm capacidade de trabalho diferente. A capacidade de trabalho de cada trabalhador é baseada em sua própria formação, educação e experiência de trabalho.

Essa capacidade de trabalho é importante no tamanho e na qualidade da força de trabalho. Para alcançar o crescimento econômico, o aumento na qualidade e no tamanho da força de trabalho é muito essencial.

Em economia, o capital é um termo que significa investimento nos bens de capital. Então, isso pode ser usado para fabricar outros bens e serviços no futuro.

A seguir estão os fatores de capital:

Inclui novas tecnologias, fábricas, edifícios, máquinas e outros equipamentos.

É o estoque de produtos acabados ou componentes ou produtos ou componentes semiacabados. Esses bens ou componentes serão utilizados no futuro próximo.

Novos recursos de construção de capital, maquinário ou tecnologia são comumente usados ​​para melhorar a produtividade do trabalho. Tais como as novas formas de agricultura ajuda a aumentar a produtividade do setor agrícola e dar empregos mais valiosos neste setor que motiva as pessoas a sair para o trabalho.

É um estoque de capital que é usado para manter todo o sistema econômico. Como estradas, ferrovias, aeroportos etc.

O Empreendedor é uma pessoa ou indivíduo que deseja fornecer o produto ao mercado, a fim de obter lucro. Empreendedores geralmente investem seu próprio capital em seus negócios. Esse capital financeiro é geralmente baseado em suas economias e eles assumem riscos vinculados a seus investimentos. Essa tomada de risco pode ser recompensada pelo lucro do negócio. O empreendedorismo é, portanto, um importante recurso econômico .

A mística do dinheiro – Da macroeconomia aos anseios individuais

Por que uns sucumbem e outros se salvam, Perguntava Primo Levi, autor de “Se Isto é um Homem”, livro escrito em primeira pessoa que relata sua própria experiência do holocausto e em Auschwitz.

Por que uns ficam ricos e outros não? Poderiam se perguntar todos aqueles que olham o mundo como possibilidade de enriquecimento. Basta uma procura rápida nas livrarias online e as milhares de capas encontradas podem sugerir que a resposta é simples, ou ao menos que está ao alcance de algumas leituras fáceis, contudo, a mística do enriquecimento tem seu mercado próprio, quase sempre alheio à realidade, cultivando legião de adeptos e ávidos consumidores de seus produtos.

Histórias de sucessos financeiros são propagadas pela indústria cultural. O camelô que tornou-se um dos maiores empresários brasileiros, a ascensão meteórica de donos de famosas franquias de fast foods, escritores e gurus da informática. A mensagem? Trabalho.

Os anos finais do século XIX viram os EUA prosperar e ascender como potência mundial e, a despeito de interpretações estapafúrdias e simplistas, circunstâncias históricas ligadas principalmente a conflitos internos como a guerra da secessão e motivações pré guerra mundial foram a principal alavanca do crescimento vertiginoso. A macro economia, vis-à-vis com decisões políticas, produziu, a seu tempo, indivíduos milionários.

O senso comum, maravilhado, procura contrapor a riqueza produzida pelo trabalho daquela “menos digna”, oriunda de um golpe de sorte, visão turva e colorida com os tons da propaganda capitalista e liberal. Vê-se, a partir de uma quase ideologia muito difusa, os efeitos sobre a massa acrítica que situa o enriquecimento como um efeito direto do empreendedorismo e assim, ideias propagadas passam a ser assimiladas como dogmas. Meritocracia e eficiência são dois exemplos que se descolam do contexto histórico e são “aspergidas” magicamente sobre as cabeças. O jogo de dados da economia é eivado de aleatoriedade ou não previsibilidade mais do que imaginam os que desejam enriquecer aumentando suas chances com estratégias prêt-à-porter. Além de traduzir o empirismo em dados científicos aplicáveis há um universo intangível para a maioria humana, regido por leis naturais arbitrárias e inacessíveis.

Primo Levi se matou quatro décadas depois de ter se salvado da sanha nazista.

Economia: O que esperar de 2019?

Se compararmos o Brasil de 1988, economicamente falando, é certo que atualmente está melhor. Mesmo com o grande número de desempregados, boa parte da população foi para o trabalho informal.

E, após os recentes acontecimentos na área política, muitos investidores estrangeiros, empresas multinacionais, entre outros voltaram a acreditar na economia e no crescimento do país, e essa mudança já pode ser sentida com a abertura de mais de 50.000 vagas com carteira assinada em todo território brasileiro.

Ainda é um momento bastante instável na economia; porém o Brasil, por ser muito diversificado em vários setores principalmente no agrícola, com tecnologia de ponta a todo vapor para tornar mais rápido e eficaz a produção de verduras, legumes e frutas em um país onde o agronegócio lidera o setor.

As vantagens do nosso país são imensas se forem comparadas com as de outros países. Com uma vasta área produtiva, ainda com afluentes de grande importância, paisagens e lugares belíssimos, que podem ser explorados pelo turismo ecológico.

O que falta para o Brasil melhorar consideravelmente? Compromisso público, logística assertiva e investimentos diversos. São infinitas possibilidades em um país tão enorme.

Batalhador por natureza, madrugador de todo dia, o brasileiro começa a enxergar uma luz no fim do túnel. E a expectativa é tanta quanto a de uma criança que espera o brinquedo sonhado por meses a fio.

Os desafios se fazem presentes, a luta é grande, mas o gigante que acordou, aos poucos se refaz dos tantos tombos e se prepara para uma nova fronteira, um caminho onde se zela por valores verdadeiros e construtivos. O gigante acordou, e agora quer de volta o que lhe foi tirado.

Que venha 2019 e quem tem coragem que arregace as mangas e rumo ao trabalho. O Brasil voltará a crescer juntamente com sua economia e o povo que já não mais dorme, está agora preparado para a mudança.

Saiba mais sobre Carlos Alberto de Oliveira Andrade, eleito o Melhor Executivo do Ano

Organizada pelo Autoesporte, a premiação que elege os maiores destaques do segmento automotivo concedeu ao empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade o título de “Melhor Executivo do Ano”. O prêmio em questão ocorre há 52 anos e é chamado de “Carro do Ano”, sempre premiando profissionais e veículos que se sobressaem no setor. O empreendedor homenageado, contudo, atua em sua profissão há mais de três décadas, quando inaugurou a primeira unidade da importadora CAOA, na região nordeste do país.

A trajetória de Carlos Alberto de Oliveira Andrade no que diz respeito ao meio automotivo teve uma espécie de motivação peculiar. Amante dos modelos de carros da linha Ford Landau, o empresário sentiu falta de poder adquirir novos modelos, uma vez que a única concessionária que o comercializava acabou decretando falência. Com isso, resolveu abrir seu próprio ponto de revenda.

Embora atue há tempos no segmento, o empreendedor possui formação acadêmica em outra área. Formado em Medicina, o empresário especializou-se em cirurgia geral, mas dedicou grande parte de sua vida aos negócios envolvendo automóveis. Após ter inaugurado sua revendedora, ele viu sua empresa se tornar a mais expressiva do mercado brasileiro em se tratando da venda exclusiva de veículos da marca Ford. Tal constatação pôde ser percebida já na primeira década de operação da companhia.

Com o passar do tempo, contudo, o empresário procurou diversificar seu campo de atuação, passando a trabalhar também com outras marcas conhecidas da população brasileira. Assim sendo, tornou-se importador oficial de veículos da marca Renault. Depois de estreitar os laços com a fabricante francesa, foi a vez de estabelecer negociações com a Hyundai. Neste último caso, houve a construção de uma indústria no estado de Goiás. Nos dias atuais, mesmo não atuando diretamente na CAOA, o executivo ainda é responsável pela presidência do Conselho Administrativo da companhia.

Antes revendedora, a CAOA assumiu todas as operações realizadas pela empresa Chery, cuja origem é chinesa. Em terras brasileiras, a fábrica da companhia localiza-se no município de Jacareí. Nesta unidade, além da produção em larga escala dos veículos da marca, ocorreu também a expansão de todos os serviços prestados pela rede. A organização, segundo informa a página do programa Autoesporte, adotou uma maneira bastante intensa de expandir seus negócios, de forma que houve o lançamento de vários modelos de carros.

O relacionamento empresarial com a Hyundai foi oficialmente firmado quando o empresário decidiu pela construção da primeira fábrica brasileira da marca Hyundai. Na época, ele decidiu utilizar recursos próprios para que a obra fosse realizada. A cidade adotada para tal ação foi Anápolis, localizada em Goiás. A atuação empregando a bandeira chinesa rendeu a Carlos Alberto de Oliveira Andrade o reconhecimento como “Distribuidor do ano de 2012”. Vale ressaltar que o empreendedor foi escolhido entre outros 179 empresários do ramo, considerando-se a abrangência mundial para a escolha.

À frente do Conselho Administrativo da CAOA, o executivo se vê por dentro de toda a dinâmica da companhia. A vinda da marca Chery para o Brasil é fruto de um projeto que visava expandir internacionalmente a empresa. Desse modo, mesmo colocando veículos disponíveis ao público brasileiro em meados de 2009, sua produção nacional se iniciou somente no ano de 2014. Para que os primeiros veículos fossem produzidos no país, um montante de 400 milhões de dólares foi aplicado. Fora do território chinês o Brasil foi o primeiro país que contou com a conclusão do ciclo produtivo da companhia.

Ao longo do tempo de operação a fabricante brasileira modificou sua atuação em termos de projeção dos veículos produzidos. No início, a receita representava um pequeno percentual proveniente das vendas dos veículos QQ e Celer. Na atualidade, o carro Tiggo2 é considerado um dos mais expressivos no que se refere à predileção dos consumidores, fator que influencia na lucratividade da companhia.

O vencedor do prêmio “Melhor Executivo do Ano”, de acordo com o site da premiação, tem planos de produzir novas versões de veículos da marca chinesa. Isso, conforme a publicação, será feito de modo a se aprimorar os diversos automóveis que serão produzidos no Brasil. Dentre as partes que poderão ser beneficiadas, estima-se que a de mecânica, bem como a de acessórios poderão ser contempladas com novos ajustes.

Desde que começou a atuar, a CAOA atingiu seu ápice de lucratividade em 2011. É importante destacar que neste ano a empresa atuava apenas como importadora. O lucro alcançado foi decorrente de mais de 89 mil carros vendidos. Além disso, a produção também atingiu índices considerados elevados, já que se produziu um total de 38.635 caminhões e carros.

A produção, a cada ano que passa, vem sendo adequada à realidade do mercado, a fim de que a companhia consiga cumprir suas metas de lucratividade. Em se tratando dos dados divulgados sobre a produtividade global da companhia, conclui-se que o ano mais rentável foi o de 2013, quando todas as unidades da Chery produziram quase 4 milhões de automóveis.

Michael Kors finaliza compra da Versace por cifra bilionária

O grupo Michael Kors Holdings concluiu nas últimas semanas a compra da grife italiana Versace após as duas empresas finalmente chegarem a um acordo. O valor da transação, segundo fontes, foi de cerca de US$ 2,12 bilhões, o que na cotação atual equivale a R$ 8,6 bilhões.

Antes de ser vendida, a grife, que foi criada pelo estilista Gianni Versace, era controlada pelos seus irmãos, Donatella e Santo, e também pela filha de Donatella, Allegra. No total, a família era responsável pelo controle de 80% da empresa, enquanto os outros 20% pertenciam ao fundo de investimentos Blackrock.

Em um comunicado oficial, Donatella Versace declarou que essa mudança no comando permitirá que a empresa alcance o seu máximo potencial e ressaltou que toda a família do estilista está está contente e animada com a possibilidade de trabalhar em conjunto com John Idol, que é o atual CEO do grupo Michael Kors.

John Idol, por sua vez, destacou em notícias recentes que a compra da Versace representa um momento importante na história do grupo Michael Kors. Ele ainda ressaltou que com os recursos do grupo, acredita que é possível que a Versace supere os seu faturamento anual, o qual está em cerca de US$ 2 bilhões.

Juntamente com essa aquisição, existem planos de expandir o número de lojas da Versace ao redor do mundo, de 200 para aproximadamente 300 ao longo dos próximos anos. Também há a expectativa de aumentar o faturamente com a venda de acessórios e sapatos da marca, que é de cerca de 35% atualmente, para até 60% do lucro total da Versace.

A Versade foi criada em 1978, em Milão, e logo em seus primeiros anos já se destacou como uma grife de luxo, com foco na venda de roupas, acessórios, sapatos e perfumes. Nos dias de hoje, a marca está presente em 60 países e é reconhecida mundialmente, sendo uma das favoritas entre as celebridades e artistas famosos.

Já a norte-americana Michael Kors foi fundada em 1981, e se destaca na venda de roupas, acessórios, relógios e óculos, com foco no estilo prêt-à-porter. Com quase 10 mil funcionários ao redor do mundo, a marca alcançou um faturamento bilionário e conta com o seu capital aberto na Bolsa de Valores de Nova York desde o ano de 2011.

Jovens empresários lucram alto com criação de horta para ambientes fechados

Um grupo de três amigos está obtendo alta lucratividade com o andamento dos negócios de sua empresa. Trata-se da Plantário, cujo produto consiste numa espécie de horta que possibilita com que o cliente realize em casa o cultivo de diversos gêneros alimentícios. Somente no ano de 2017, a companhia atingiu o faturamento de 2,5 milhões ao colocar em prática a ideia em questão.

Os proprietários da Plantário são os jovens gaúchos George Haeffner, Bernardo Mattioda e Thomas Kollmann. Juntos, eles conseguiram elaborar um tipo de estufa que opera com sistemas de irrigação, ventilação e iluminação, ou seja, simula as fases necessárias para o desenvolvimento de plantas.

O crescimento dos vegetais, conforme informa o site da revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios, costuma ser ainda mais rápido do que o observado em plantações convencionais. Além disso, o equipamento possui a peculiaridade de funcionar em ambientes aparentemente hostis para as plantas, tais como subsolos ou outros locais que não recebam a luz solar.

Para Bruno Mattioda, de 28 anos, outro ponto que tem atraído a atenção da clientela é o fato dessas estufas agradarem esteticamente. Desse modo, muitas pessoas as utilizam também como elementos que compõem a decoração de residências, por exemplo. Ele também salienta que a eficiência verificada nesses equipamentos é o principal atrativo no momento da compra.

Mattioda e seus outros dois sócios se conheceram ainda na época da faculdade. Os três eram colegas de classe na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), instituição onde cursaram engenharia.

Mesmo com a ideia inicial de se lançar um equipamento que funcionasse como uma horta para residências, este começou a ser empregado também por empresas. Vale salientar que em 2017 ocorreu a primeira experiência com a estufa, ao se inaugurar uma horta subterrânea no estado de São Paulo.

Ao se verificar a demanda por parte de empresas, os jovens desenvolveram uma linha específica para atender esse filão do mercado, a PRO, que possui a capacidade de cultivo em uma área com dimensões maiores do que as verificadas em apartamentos. Somente a demanda corporativa já responde por 15% do faturamento da Plantário, explicam os empresários.

Saiba mais:

https://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/Econegocio/noticia/2018/11/eles-criaram-horta-que-permite-que-voce-cultive-alimentos-organicos-em-casa.html

Tempo gasto em navegação mobile contribui para exploração de mídia móvel

A IAB Brasil divulgou recentemente que o brasileiro passa mais de três horas por dia navegando no mobile. Esse número revelou o tempo médio gasto pelos brasileiros em 2018 com navegação mobile, o que destaca um crescimento de 6% em relação ao tempo médio gasto registrado em 2017. Os novos dados foram apresentados através do 6º IAB AdTech & Data. Com esses dados, o entendimento sobre o mundo mobile é que o “mobile já é mídia de massa”.

De acordo com os dados divulgados, o mobile faz parte da vida de um total de 120 milhões de brasileiros. Isso significa que a cada dez brasileiros, sete acessam internet através de smartphones e tablets. Esse número é um reflexo da expansão do setor mobile em todo o país.

Nos Estados Unidos, o setor mobile já se tornou a maior mídia para publicidade em todo o país. No Brasil, o mercado mobile tem sido cada vez mais explorado pelas agências de marketing e anunciantes. As perspectivas são de que em breve o setor mobile supere a utilização de desktops em todo o país.

As notícias reveladas no 6º IAB AdTech & Data ainda destacaram que até o segmento de e-commerce, que é mais explorado por meio de desktop no Brasil, é responsável por 60% do tempo gasto em navegações mobile. Dentro desse percentual, cerca de 70% dos brasileiros que acessam o e-commerce por meio do mobile já finalizaram compras.

Partindo deste contexto, as empresas brasileiras e anunciantes que atuam no país já quadruplicaram os investimentos em publicidades exclusivas para aplicações mobile. Esse tipo de investimento tem como finalidade aproximar ainda mais os consumidores com as marcas e empresas que eles possuem interesses.

Além disso, esses resultados mostram como o setor de mídia mobile tem crescido e o quanto aplicações desse tipo influenciam consumidores em decisões de compras. Para empresas e marcas que atuam nos mais variados setores da economia, essa é uma ótima forma de ampliar a comunicação com os consumidores.

Turquia estagna e é vista com fortes perspectivas de crise econômica

É o décimo aniversário do colapso do Lehman Brothers e estamos sendo inundados com retrospectivas e previsões sobre o que causará a próxima crise. Muitos estão apontando para os mercados emergentes como um provável catalisador, uma conjectura lógica, apontando a política monetária que está em andamento nos EUA.

Os soberanos dos mercados emergentes não são homogêneos, embora às vezes sejam tratados como tal. Alguns têm posições fiscais e externas que causam inveja a muitos países desenvolvidos, enquanto outros são apenas um passo em falso diante de uma possível inadimplência. A Turquia é geralmente considerada como pertencente a este último grupo graças a uma confluência de uma fraca posição externa, deteriorando as relações com os EUA e intervenções equivocadas na política monetária do presidente da Turquia, Erdogan. Seus spreads de CDS de 5 anos se ampliaram drasticamente em resposta e se aproximaram de 600 pb em agosto de 2018, um nível preocupante para um soberano que estava negociando com 158 pb em janeiro.

Mas houve uma recuperação modesta no início de setembro deste ano, impulsionada pelas expectativas de que o banco central da Turquia finalmente entregaria o aumento da taxa exigido pelos mercados. Então, foi interessante, embora não seja nada surpreendente ver Erdogan divulgar notícias sobre o assunto apenas algumas horas antes do anúncio da política monetária que lançou dúvidas sobre um aumento nas taxas. Erdogan reiterou sua visão bem conhecida, embora contrária, de que existe uma correlação positiva entre taxas e inflação. Os spreads de CDS de cinco anos aumentaram de 509 pb para 535 pb em reação ao aumento da incerteza.

Mas Erdogan também afirmou a independência do banco central, uma posição que muitos contestariam considerando os eventos recentes da economia global. Talvez ele usasse isso como cobertura para uma escalada e protegesse sua reputação entre o eleitorado doméstico? Esta é certamente uma questão interessante, uma vez que horas depois o banco central superou as expectativas, aumentando as taxas de 17,75% para 24%. A decisão foi bem recebida nos mercados de crédito, com os spreads dos swaps de ativos em queda e o CDS de cinco anos em alta rumo a 455 pb. Crucialmente, a curva de crédito da Turquia também começou a desinverter – o spread de dois anos agora está negociando apenas 30 pb. A curva de rendimento dos títulos da Turquia desnivelou ainda mais e retornou a uma forma normal – embora bastante plana.

As novas ambições de Guilherme Paulus, o empreendedor do ano em serviços

Presidente de uma das principais rede de hotelaria do país, a GJP Hotels e Resorts, Guilherme Paulus tem novas pretensões para os próximos anos, deixando evidente que sua vontade de investir é cada vez maior. O empresário vai lançar um luxuoso hotel na cidade de São Paulo, no bairro Cidade Jardins, entre os anos 2020 e 2021, no mesmo edifício em que operava a agência de publicidade DPZ. O novo hotel contará com 65 apartamentos, um rooftop, uma área destinada para eventos e um restaurante. A ideia de Paulus é sempre oferecer aos clientes o melhor serviço de hotelaria, por isso, o grupo GJP trabalha com quatro tipos de bandeira, a começar pela Linx (3 estrelas) até a Wish (5 estrelas), além da linha premium Saint Andrew, localizada em Gramado, RS.

Na comemoração de 35 anos do VISITE SÃO PAULO, constituído como Fundação 25 de Janeiro, Guilherme Paulus publicou uma carta aberta demonstrando como setores de turismo, viagens e eventos são importantes para o país, bem como ressaltou a significativa participação dos mais de 700 associados que ajudaram no resultado positivo dessa conquista, com a movimentação do turismo, melhoria contínua da prestação de serviços e o aumento do número de visitantes. Por fim, em carta o empresário destacou as ações de marketing e conteúdo, que contribuíram favoravelmente para incrementar a economia e gerar novos negócios, bem como a realização de feiras do trade no Brasil e em outros países.

Com mais de 70 anos de idade, Guilherme Paulus ainda tem muita energia para investir, com uma trajetória de dar inveja a qualquer empreendedor, principalmente no setor de serviços. E este sucesso começou quando o empresário tornou a CVC a maior operadora de turismo do Brasil, avaliada em R$ 6,35 bilhões. Posteriormente, vendeu uma parte da CVC e passou a se dedicar ao grupo GJP, investindo R$ 600 milhões. A rede de hotéis já possui 20 unidades em território nacional, com apoio de mais de 2 mil empregados, todos treinados para oferecer o melhor atendimento aos 92 mil clientes que já se hospedaram na rede.

Para incrementar o sucesso da GJP, Guilherme Paulus comprou a B2W Viagens, pertencente a Submarino Viagens, e conseguiu assim triplicar suas operações pela internet. O empresário também transferiu a companhia aérea Webjet para a Gol, numa transação de R$ 70 milhões, bem como comprou a Rextur Advance, a Trend, a Visual Turismo e o Experimento Intercâmbio, num total de R$ 1 bilhão. Todas as empresas movimentam aproximadamente R$ 10 bilhões por ano e transportam mais de 9 milhões de pessoas.

Toda esta dedicação não poderia trazer outro resultado senão o sucesso. A World Golf Awards 2017 elegeu o hotel Wish Foz do Iguaçu, PR, como o melhor hotel de golfe do Brasil. O resort possui uma área total de 2,5 milhões de metros quadrados e é considerado uma das obras mais luxuosas da GJP. Guilherme Paulus já aplicou mais de R$ 80 milhões em hotéis, utilizando-se de terrenos “excedentes” para fazer novos investimentos e aumentar ainda mais o capital. O empresário está sempre atento e não perde nenhuma oportunidade.

Wish Resort, de Guilherme Paulus: mais uma vez o melhor de acordo com o WTA

O Wish Resort de Foz do Iguaçu, no estado do Paraná, foi reconhecido pela segunda vez como o “Melhor Resort para Famílias da América do Sul”. O título foi concedido durante a 25ª edição do World Travel Awards, o maior prêmio do turismo mundial.

A premiação foi realizada no dia 15 de setembro de 2018, durante uma solenidade em Guayaquil, no Equador, que envolveu os maiores nomes do turismo internacional. Entre eles, claro, não poderia faltar Guilherme Paulus, fundador da GJP Hotels & Resorts, que administra o Wish Resort de Foz do Iguaçu.

O empresário de 69 anos é formado em Administração de Empresas e possui quase cinquenta anos de atuação no setor do turismo. Hoje, Guilherme Paulus é o Chairman da GJP Participações, que controla a GJP Construtora e Incorporadora e a GJP Hotels & Resorts.

Enquanto a GJP Construtora e Incorporadora foca-se na construção de condomínios residenciais de alto padrão em áreas com grande movimentação turística, a GJP Hotels & Resorts administra atualmente catorze resorts e hotéis distribuídos por todo o país, sendo por isso considerada, hoje, como uma das maiores redes hoteleiras nacionais dedicadas ao lazer e eventos.

Paulus é, também, o fundador da agência de viagens CVC, uma empresa de capital aberto na Bovespa que é hoje considerada e a maior operadora de viagens da América Latina por representar a maior rede de varejo de turismo do país.

Sobre o Wish Resort de Foz do Iguaçu

De bandeira cinco estrelas, o Wish Resort de Foz do Iguaçu foi adquirido pela GJP Hotels & Resorts de Guilherme Paulus em 2009 e, após passar por uma grande reestruturação, possui hoje uma área de 225 hectares que reúnem o melhor em lazer, diversidade gastronômica e diversão para toda a família.

O resort conta com sete piscinas para crianças e adultos, adega, jacuzzis, salão de beleza, parede de escalada, trilhas, pista de cooper, arvorismo e três restaurantes: o Frontera Sur, que reúne as melhores carnes da Argentina; o italiano Forneria di Como; e o Golf Grill.

O Wish Resort de Guilherme Paulus também oferece um campo de golfe profissional de oitenta hectares com dezoito buracos e um dos maiores Kids Club do país, além dos seus 215 apartamentos que sempre costumam ficar lotados em época de fim de ano.

Portanto, caso você tenha chegado a essa reportagem porque está procurando por um bom hotel para passar o Ano Novo ou o Natal com a sua família, talvez seja uma boa ideia fazer uma visita.

Sobre o World Travel Awards

Considerado o Oscar do turismo mundial, o World Travel Awards possui um método rigoroso de seleção de seus premiados. Primeiro os indicados passam por uma votação pública que leva em conta aspectos como o desempenho dos negócios, a infraestrutura, a excelência no atendimento ao cliente e o desenvolvimento do produto.

A primeira vez em que o Wish Resort de Guilherme Paulus ganhou um prêmio do World Travel Awards foi no ano de 2016, na categoria “Melhor Resort do Brasil”.